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🧡 Ver Ofertas na ShopeeNesta sexta-feira (1°), manifestantes se reuniram em frente à sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para protestar, pedindo a regulamentação do cigarro eletrônico. A diretoria da agência estava reunida para discutir o assunto.
Os manifestantes seguravam placas com mensagens como “Quero meu vape seguro” e “Anvisa tire o vape do crime”.
Desde 2009, resolução da Anvisa proíbe a fabricação, a comercialização, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar.
A Anvisa informou ter recebido diversos pedidos de manifestação oral e de acesso às dependências da agência por representantes do setor regulado, de entidades civis e pela população em geral para acompanhar a deliberação.
O debate será transmitido por meio do canal oficial da Anvisa no YouTube. Interessados podem enviar manifestações orais para conhecimento dos diretores.
A AMB alerta que a maioria absoluta dos vapes contém nicotina, que é uma droga psicoativa responsável pela dependência. Além disso, o cigarro eletrônico pode causar asma, aumentar a rigidez arterial e ser cancerígeno para pulmão e bexiga.
“O cigarro eletrônico em forma de pen drive e com USB entrega nicotina na forma de ‘sal de nicotina’, algo que se assemelha à estrutura natural da nicotina encontrada nas folhas de tabaco, facilitando sua inalação por períodos maiores, sem ocasionar desconforto ao usuário”, destacou a AMB.
“Cada pod do cigarro eletrônico no formato de pen drive contém 0,7 mililitro (ml) de e-líquido com nicotina, possibilitando 200 tragadas, similar, portanto, ao número de tragadas de um fumante de 20 cigarros convencionais. Ou seja, pode-se afirmar que vaporizar um pen drive equivale a fumar 20 cigarros (um maço).”

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil




































































