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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Casa Branca confirmou que o acordo para que o TikTok continue operando nos Estados Unidos está finalizado, faltando apenas a assinatura para sua concretização. Segundo a porta-voz presidencial, Karoline Leavitt, a estrutura do aplicativo no país terá um controle majoritariamente americano, reduzindo a influência chinesa.
Em entrevista à Fox News, Leavitt afirmou que todos os detalhes foram resolvidos e que o acordo “prioriza os interesses nacionais” dos EUA. Com a nova estrutura, a filial do TikTok no país terá uma maioria acionária americana e, em seu conselho de administração, sete membros, dos quais seis serão americanos.
Estrutura e tecnologia
O acordo cumpre a lei aprovada pelo Congresso em 2024, que exige a separação societária entre a operadora do TikTok nos EUA e sua matriz, a ByteDance, sediada na China. A medida busca limitar o acesso das autoridades chinesas a dados e servidores de usuários americanos, uma preocupação recorrente de legisladores e autoridades de segurança.
A Oracle terá um papel fundamental na nova estrutura: a empresa de tecnologia será responsável por gerenciar a privacidade e os dados dos usuários americanos, além de cuidar do algoritmo que personaliza os conteúdos. A EFE confirmou que o controle efetivo sobre o algoritmo ficará com uma entidade submetida à jurisdição americana.
O presidente Donald Trump afirmou que seu homólogo chinês, Xi Jinping, já deu o aval para o acordo. Segundo o jornal The New York Times, investidores americanos estão dispostos a pagar uma taxa multimilionária para que o acordo seja concretizado. A quantia e os detalhes da transação não foram revelados.
Prazo e negociações
Desde a aprovação da lei em 2024, que proibia a operação do TikTok em sua estrutura original, o governo americano concedeu diversas prorrogações para que uma solução fosse encontrada. O próprio presidente Trump autorizou quatro extensões de prazo, sendo a última delas válida até 16 de dezembro.
Essa flexibilização permitiu que as negociações continuassem, mesmo em meio às tensões comerciais entre Washington e Pequim. O acordo reflete a vontade de ambos os países em proteger a continuidade do serviço para os usuários americanos.




















































