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🧡 Ver Ofertas na ShopeeNa terça-feira (20), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura de 18 pessoas presas em uma operação contra uma quadrilha suspeita de fraudar consórcios de veículos. O desembargador José Muiños Piñeiro Filho decidiu converter a prisão preventiva em medidas cautelares.
A decisão dele apontou fragilidade nas provas que levaram os envolvidos à cadeia.
Apesar da liberdade, os suspeitos ainda continuam a responder pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e propaganda enganosa.
Na decisão, o desembargador da 6ª Câmara Criminal afirma que diante do que foi apurado até agora, incluindo o tempo que cada acusado trabalhava na empresa que era usada de fachada para os golpes, existe uma fragilidade na suspeita de associação criminosa.
Muiños exemplifica o caso de Lívia Ramos de Souza, que, de acordo com a própria autoridade policial, começou a trabalhar horas antes da operação policial que resultou em sua prisão em flagrante.
O desembargador do Rio disse também que é necessário que os acusados não trabalhem para empresas que tenham o mesmo tipo de atividade daquela que resultou na prisão em flagrante.


































































