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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO governo dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (23) a venda de armamentos e equipamentos militares para a Ucrânia no valor de até US$ 322 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão). O objetivo, segundo o Departamento de Estado e a Agência de Cooperação em Segurança de Defesa (DSCA), é reforçar as defesas aéreas e os veículos blindados ucranianos em meio à ofensiva russa.
O pacote inclui sistemas de defesa aérea HAWK, no valor de até US$ 172 milhões, e serviços associados. Outros US$ 150 milhões serão destinados ao fornecimento de equipamentos e manutenção de veículos blindados de combate do tipo Bradley. A DSCA afirma que essas aquisições vão “aumentar a capacidade da Ucrânia de se defender contra ameaças atuais e futuras”, com foco na segurança regional e operacionalidade dos sistemas fornecidos pelos EUA.
Apesar de as vendas ainda precisarem de aprovação final do Congresso americano, o anúncio marca a retomada do apoio militar, após uma pausa temporária em junho, durante intensos ataques russos com mísseis e drones.
A guerra iniciada por Vladimir Putin em 2022 segue sem previsão de término. Desde então, os EUA já destinaram mais de US$ 65 bilhões em assistência militar a Kiev. Contudo, desde a posse de Donald Trump, em janeiro, ainda não foram anunciados novos pacotes de ajuda.
Enquanto isso, no campo diplomático, a Rússia afirmou ter chegado a um novo acordo com a Ucrânia durante a terceira rodada de negociações de paz. Segundo o chefe da delegação russa, Vladimir Medinski, está prevista uma troca de pelo menos 1.200 prisioneiros de cada lado. Ele também declarou que Moscou propôs a devolução de até 3.000 corpos de soldados ucranianos, com apoio da Cruz Vermelha.
Medinski sugeriu ainda a realização de tréguas temporárias, de 24 a 48 horas, nas linhas de frente, para possibilitar a retirada de feridos e mortos, citando o risco constante de ataques com drones nas chamadas “zonas cinzentas”.
Já o chefe da delegação ucraniana, Rustem Umerov, não confirmou o acordo. Em declarações à imprensa local, ele reiterou que qualquer avanço nas negociações depende de um cessar-fogo imediato e completo, incluindo o fim dos ataques a civis e infraestruturas críticas.
As conversas seguem em andamento, com ambas as partes mantendo aberta a via diplomática, mas sem confirmação oficial dos acordos propostos.






















































