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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO regime iraniano subiu o tom neste domingo e alertou que qualquer aproximação de navios militares ao Estreito de Ormuz será tratada como uma violação do cessar-fogo e enfrentará uma retaliação imediata. O ultimato é uma resposta direta ao anúncio do presidente Donald Trump, que confirmou planos de iniciar um bloqueio naval na região até que a passagem de petróleo seja totalmente liberada de obstruções iranianas.
A crise escalou após o fracasso de uma maratona de negociações em Islamabad, no Paquistão. Liderada pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance, a delegação americana deixou as conversas sem um acordo após 21 horas de deliberação. No centro do impasse está a questão nuclear: Trump exige o desmantelamento total das instalações de enriquecimento de urânio do Irã, ponto que não foi aceito por Teerã.
Enquanto o Irã afirma ter “controle total” sobre o canal e garante que a hidrovia permanece aberta apenas para navios civis e não militares, os Estados Unidos mantêm a presença militar na área. No último sábado, dois destróieres americanos atravessaram o estreito e derrubaram um drone iraniano, aumentando a fricção entre as potências.
As exigências dos EUA (Linhas Vermelhas):
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Interrupção de todo o enriquecimento de urânio e entrega de material enterrado;
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Fim do financiamento de milícias aliadas na região;
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Reabertura total e sem cobranças do Estreito de Ormuz.
Além do bloqueio, o governo Trump ordenou o envio de caça-minas para “limpar” a hidrovia, acusando o Irã de instalar artefatos explosivos e cobrar pedágios ilegais. Pelo Truth Social, Trump não poupou palavras ao definir a nova estratégia de defesa.
“Começaremos a destruir as minas que os iranianos lançaram. Qualquer iraniano que atirar em nós, ou em embarcações pacíficas, será MANDADO PARA O INFERNO!”, escreveu o presidente.
Do lado oposto, a mídia estatal iraniana afirma que o país “não tem pressa” para retomar o diálogo e que a situação no Estreito só mudará se os Estados Unidos apresentarem uma proposta “razoável”. Por enquanto, o Estreito de Ormuz, por onde circula 20% do petróleo mundial, permanece sob alerta máximo de combate.



















































































