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🧡 Ver Ofertas na ShopeeSecretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que “o relógio começou a correr” e que qualquer entidade que facilite lavagem de dinheiro em nome de Teerã será excluida do sistema financeiro americano; medidas atingem ativos digitais, tecnologia, ouro, aviação e transporte marítimo.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou nesta segunda-feira (24) uma nova ofensiva econômica contra o Irã, com a promessa de “destruir a economia do país” e cortar todas as fontes de financiamento do regime de Teerã. Em coletiva de imprensa, Bessent afirmou que qualquer entidade que facilite operações financeiras em nome do Irã será expulsa do sistema do dólar americano. “O relógio acabou de começar a correr”, declarou.
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“Em todo o mundo, nosso objetivo é cortar cada salva-vidas econômico que sustenta este regime tirânico até que Teerã fique completamente isolado”, afirmou Bessent. “Qualquer tipo de relação econômica com este regime assassino exporá os responsáveis a todo o poderio americano.”
Cinco setores na mira
A nova estratégia contempla a ampliação das sanções secundárias americanas sobre cinco setores considerados fundamentais para as finanças iranianas: ativos digitais, tecnologia, ouro, aviação e transporte marítimo. O Departamento do Tesouro informou que esses setores são utilizados pelo regime iraniano para tentar sustentar uma economia debilitada e burlar as restrições internacionais.
Além disso, Bessent anunciou novas sanções contra mais de 60 entidades, indivíduos e embarcações localizadas em diferentes países, acusadas de facilitar o acesso do Irã a tecnologia relacionada a programas nucleares e de mísseis. A pressão americana também pode atingir instituições financeiras estrangeiras que mantenham vínculos com operações iranianas. Questionado sobre a possibilidade de sancionar bancos chineses que participam do processamento de vendas de petróleo iraniano, Bessent respondeu que “ninguém está fora do alcance das sanções americanas”.
Pressão diplomática de Trump
Bessent revelou que o presidente Donald Trump está intervindo diretamente para pressionar outros governos a reduzir ou suspender seus vínculos com o Irã. Segundo o secretário do Tesouro, Trump tem mantido conversas com líderes internacionais para pedir especificamente o fim das relações com Teerã. Bessent afirmou que essas gestões já começaram a produzir resultados e citou como exemplo os Emirados Árabes Unidos, que na semana passada anunciaram a suspensão, até novo aviso, de suas operações comerciais e financeiras com o Irã.
“Estou seguro de que o presidente, como todos sabem, é bastante persuasivo”, afirmou Bessent.
Reação do Irã
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, tentou minimizar a nova ofensiva econômica e afirmou que os países que mantêm relações comerciais com Teerã não estão atendendo às advertências americanas. Em mensagem publicada no X, Qalibaf disse que os Estados Unidos carecem de capacidade econômica para continuar restringindo seus vínculos com outros países e questionou a efetividade das ameaças de Washington.
O dirigente iraniano sustentou que as advertências americanas não geram o efeito desejado pela Casa Branca e que outros governos continuarão defendendo seus próprios interesses comerciais, apesar do endurecimento das sanções.



















































































