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O novo ministro da Educação, Milton Ribeiro, quer focar em mudanças na política de alfabetização já defendidas pelo ex-ministro Abraham Weintraub, informa a CNN Brasil. Por isso, manteve o secretário de alfabetização, o olavista Carlos Nadalim, no cargo. 

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Nadalim defende “banir métodos globais de ensinar a ler e escrever”, e utilizar o método fônico em substituição ao método global para a alfabetização no Brasil.

“Com todo respeito ao método construtivista mas o método fônico é melhor”, afirmou à CNN um auxiliar da Educação.

Dessa forma, textos que abordam lutas de classe e racismo, por exemplo, não seriam utilizados no processo de alfabetização dos estudantes mais jovens.

No método fônico, as crianças aprendem pela associação do fonema e do som. Não há preocupação com a compreensão crítica do texto. “A preocupação é com a ponta. Como ter uma criança com 9 anos analfabeta? Isso não pode existir”, completa a mesma fonte.

Atualmente, a meta no Brasil é que crianças cheguem até os 8 anos sabendo ler e escrever, como prevê o Plano Nacional de Alfabetização publicado pelo governo em abril do ano passado.

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