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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou públicas, nesta quinta-feira (30), todas as investigações relacionadas ao senador Jaques Wagner (PT-BA) na petição que apura desdobramentos de fraudes vinculadas ao Banco Master. A decisão de derrubar o sigilo foi motivada pelo risco de vazamento de informações, após o parlamentar solicitar uma audiência com o relator no mesmo dia em que a Polícia Federal apresentou suas representações na Corte.
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Em seu despacho, Mendonça destacou que a coincidência de datas “agudiza os riscos de vazamento indevido da operação”. O pedido de audiência feito pelo senador foi recebido pelo gabinete do ministro em 9 de junho — mesma data em que as petições da PF deram entrada no STF, ocorrendo inclusive em horário anterior à distribuição formal de algumas delas.
Busca e apreensão e monitoramento
Jaques Wagner foi alvo de mandados de busca e apreensão em 18 de junho, durante a 9ª fase da Operação Compliance Zero. Na ocasião, o senador e o empresário Augusto Ferreira Lima tiveram os celulares monitorados por 10 dias, com acesso liberado a registros de conversas e metadados de localização.
A defesa do congressista baiano acionou o STF para tentar anular as medidas. Diante do desgaste político, Wagner deixou o posto de líder do Governo no Senado no dia 24 de junho.
Histórico da Operação Compliance Zero
As apurações envolvendo o Banco Master tramitam no STF sob a relatoria do ministro André Mendonça. A operação, que investiga um amplo esquema de fraudes financeiras, já teve 10 fases desdobradas e resultou na prisão do fundador da instituição, Daniel Vorcaro, detido na Superintendência da PF em Brasília.
Ao encerrar o segredo de justiça da PET 16.210, o ministro determinou o arquivamento da representação da PF que pedia novas diligências e liberou o acesso público a todas as peças do processo.



















































































