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🧡 Ver Ofertas na ShopeeDois homens investigados por participação em um ousado furto a uma joalheria na Rua Oscar Freire, endereço de luxo nos Jardins, Zona Oeste de São Paulo, confessaram a ação à Polícia Civil e foram liberados na noite de terça-feira (13). Por não terem sido capturados em flagrante, ambos responderão em liberdade após serem indiciados por furto qualificado.
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Com um dos suspeitos, os policiais apreenderam uma bolsa contendo centenas de peças de prata. Segundo o proprietário do estabelecimento, mais de 90% das joias levadas foram recuperadas.
O Pedreiro de R$ 300 e o Receptador
A investigação da 2ª Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), identificou os envolvidos por meio de câmeras de segurança e inteligência policial:
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O pedreiro: Contratado pela quadrilha para quebrar paredes de imóveis vizinhos e abrir caminho até o cofre. Em depoimento, admitiu ter recebido R$ 300 pelo serviço.
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O receptador: Localizado em uma tabacaria na região central da capital paulista, onde Guardava o lote de joias recuperado. Confessou saber da origem ilícita do material.
“São mais de cinco indivíduos entre homens e mulheres. Nós ainda estamos trabalhando e num futuro próximo vamos capturar o restante”, afirmou o delegado Felipe Lopes Pereira.
18 Horas de Ação, Papel-Alumínio e Espumante
O crime, executado entre o início da manhã de domingo (11) e a madrugada de segunda-feira (12), durou cerca de 18 horas. Os criminosos demonstraram planejamento detalhado para burlar a segurança:
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nvasão: O grupo entrou por uma loja em reformas na Rua Melo Alves por volta das 7h de domingo.
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Abertura de túnel interno: O pedreiro abriu buracos nas estruturas, atravessando duas lojas de vestuário até atingir a joalheria.
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Desativação de alarmes: Para evitar flagrantes, cobriram câmeras de segurança com papel-alumínio e desligaram os sistemas de alarme.
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Ostentação no local: Durante a longa permanência no prédio, os suspeitos chegaram a abrir e consumir uma garrafa de espumante do estoque de um dos estabelecimentos.
Além das joias — avaliadas inicialmente em cerca de R$ 5 milhões —, a quadrilha também furtou produtos das lojas de roupas invasoras. O furto só foi constatado na manhã de segunda-feira, quando o gerente da joalheria encontrou o espaço revirado.
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