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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu hoje o ministro da Economia, Paulo Guedes, de “pequenos deslizes” e disse acreditar que ele ficará em seu governo até o final. As declarações foram dadas depois que o auxiliar do presidente chamou servidores públicos de “parasitas” e afirmou que o dólar deveria ficar alto porque, entre outros motivos, empregadas domésticas estariam indo para a Disney com a cotação baixa.
“Se o Paulo Guedes tem alguns problemas pontuais, como todos nós temos, e ele sofre ataques, é muito mais pela sua competência do que [por] possíveis pequenos deslizes”, afirmou Bolsonaro. “E eu já cometi muitos, muitos no passado. O Paulo não pediu para sair. Aliás, eu tenho certeza de que, assim como um dos poucos que eu conheci antes das eleições, ele vai ficar conosco até o nosso último dia.”, disse.
A defesa do ministros foi feita pelo presidente durante cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, dos novos ministros da Casa Civil e da Cidadania: o general Walter Braga Netto assumiu a Casa Civil no lugar de Onyx Lorenzoni (DEM), que chefiará agora a pasta da Cidadania — até agora comandada pelo deputado Osmar Terra (MDB-RS), que deixou o governo federal.
O diretor da empresa, Pedro Bruzzi, destacou que perfis liberais e que normalmente apoiam Guedes foram críticos a ele. O ministro costuma aglutinar forças apoiadoras ao governo, rompendo a barreira do bolsonarismo e do lavajatismo, disse ele ao blog de Constança Rezende.
Ao empossar mais um militar no Planalto, Bolsonaro voltou a elogiar o ministro da Economia. “Paulo Guedes não é militar, mas é ainda um jovem aluno do colégio militar de Belo Horizonte”, disse ele. / Uol