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O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, fez criticas a atitude do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender o repasse de dinheiro dos EUA para a instituição. Tedros ainda ressaltou que já está em contato com outros parceiros para suprir o buraco.
O diretor-geral alertou que uma divisão na comunidade internacional agora vai ser usada pelo vírus para ganhar terreno.
Na terça-feira (14), Donald Trump havia declarado a suspensão de seus pagamentos para a OMS, o que acarreta um orçamento de dois bilhões de dólares perdidos da entidade. Os americanos destinam, por ano, US$ 400 milhões.
A decisão do chefe de estado foi extremamente criticada, inclusive por países aliados. Bill Gates, um dos maiores doadores da OMS, disse que o corte vem justamente no momento em que o mundo mais precisa da agência de Saúde.
Na OMS, Tedros relembrou a história da entidade e sua criação, que tem como objetivo promover a saúde de todos e destacou que esse continua sendo a missão da agência.
“Os EUA têm sido um amigo de longa data e generosos da OMS e esperamos que continue assim. Lamentamos a decisão do presidente de ordenar uma suspensão de pagamentos”, afirmou o etíope.
Segundo o diretor-geral, a agência começou já a avaliar o impacto que o corte de dinheiro terá em programas específicos e indicou que já está em contato com outros governos para preencher o buraco deixado pela suspensão de dinheiro americano.