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No início de agosto, os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, pediram as quebras dos sigilos bancários da produtora Brasil Paralelo outros cinco sites de direita. Contudo, a decisão elevou o número da base de assinantes da produtora.
Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, Henrique Viana, CEO da Brasil Paralelo, disse que no dia 31 de julho, quando a decisão da quebra de sigilo foi anunciada, a produtora tinha 206 mil assinantes. No dia 11 de agosto, esse número já havia subido para 222 mil – um aumento de 16 mil assinaturas em menos de duas semanas.
“100% da receita da Brasil Paralelo vem da venda do nosso serviço de assinatura. Antes dessa polêmica, tinha 200 e poucos mil. Agora estamos com mais de 220 mil assinantes. Cresceu bastante a base. Eles pagam entre R$ 10 e R$ 50 por mês. O valor médio é entre R$ 24 e R$ 25, se não me engano, então é só fazer as contas. É daí que vem o dinheiro. A gente não recebe nenhum dinheiro público, zero. A gente inclusive abriu nossas finanças na internet para todo mundo”, disse Henrique Viana.
O ministro do STF Gilmar Mendes, manteve ato da CPI da Covid que quebrou o sigilo telefônico e telemático da empresa Brasil Paralelo Entretenimento e Educação S.A, mas delimitou seu alcance para os dados coletados a partir de 20 de março de 2020, quando foi declarado o estado de emergência devido à pandemia.