🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (16) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Terça-feira (16) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeMatemáticos utilizaram uma fórmula estatística controversa para prever quando a humanidade pode chegar ao fim. O cálculo, conhecido como “argumento do juízo final”, estima que a espécie humana tem 95% de chance de se extinguir nos próximos 17.100 anos. A previsão se baseia no número de pessoas que já viveram – cerca de 117 bilhões – e na suposição de que os humanos atuais ocupam uma posição aleatória na linha do tempo da espécie.
Antena Starlink Mini Kit Internet Via Satélite: 15 Opções Mais Bem Avaliadas no Mercado Livre
O raciocínio é simples: se 117 bilhões de pessoas já viveram, e assumimos que estamos em um ponto aleatório da história humana, há 95% de chance de que esse número represente pelo menos 5% de todos os humanos que já existirão. Multiplicando 117 bilhões por 20 (já que 100% é 20 vezes maior que 5%), chega-se a um total máximo de cerca de 2,34 trilhões de pessoas. Com base nas taxas de natalidade atuais, a humanidade atingiria esse número em aproximadamente 17.100 anos.
“Há uma chance de 95% de que nossa espécie desapareça nos próximos 17.100 anos, seja por mudanças climáticas, guerra nuclear, uma pandemia ou alguma outra catástrofe” , explicam os pesquisadores.
Suplementação com desconto: Best Whey 900g Sabores Premium com 17% de desconto
Como funciona o “argumento do juízo final”
A teoria se baseia no Princípio Copernicano – a ideia de que os humanos não ocupam uma posição especial ou privilegiada no universo. Para ilustrar, os cientistas pedem que imaginemos todos os humanos que já viveram e viverão alinhados em uma linha do tempo gigante, do primeiro ser humano ao último. Se cerca de 117 bilhões já viveram, seria estatisticamente improvável que a humanidade continue por tempo suficiente para que dezenas de trilhões de pessoas nasçam.
Os defensores comparam o raciocínio a retirar uma bola numerada de uma de duas caixas – uma com 10 bolas e outra com 100 mil. Se você retira a bola de número 4, é natural supor que ela veio da caixa menor, pois as chances são muito maiores. O mesmo raciocínio se aplicaria à humanidade.
Críticas e controvérsias
A teoria, no entanto, é altamente controversa e foi rejeitada por muitos cientistas. Críticos argumentam que as premissas do cálculo são excessivamente simplistas e ignoram fatores que poderiam alterar drasticamente o futuro da humanidade, como a colonização de outros planetas, o desenvolvimento de novas tecnologias ou a sobrevivência por milhões de anos.
“Se os humanos colonizarem outros planetas, desenvolverem novas tecnologias ou sobreviverem por milhões de anos, o cálculo rapidamente se desfaz” , afirmam os críticos.
O estudo foi publicado na Scientific American na terça-feira (16).




















































