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A dona de uma clínica de estética, Quésia Biângulo, teve seu pedido de soltura negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), após ser presa em flagrante em dezembro pela morte de uma cliente durante um procedimento estético. A vítima, uma servidora pública de 44 anos, sofreu um infarto após uma grave reação alérgica a uma substância proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de acordo com a Polícia Civil.
A defesa de Quésia alegou que a esteticista era habilitada para realizar os procedimentos e estava colaborando com as investigações, buscando reverter a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), que determinou sua detenção. O TJ-GO afirmou que a prisão era necessária para evitar que a profissional continuasse a realizar procedimentos ilegais. A Polícia Civil informou que, após a morte, foi realizada perícia na clínica, resultando na interdição do estabelecimento.
O pedido de relaxamento da prisão foi negado pelo presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, que destacou que o caso ainda seria analisado pelo TJ-GO. A defesa também contestou a validade das apreensões feitas pelos policiais, alegando que os produtos não haviam sido periciados.