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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Federal (PF) afirmou, nesta sexta-feira (3), que as sanções impostas pelos Estados Unidos contra o suposto operador financeiro do PCC, Victor Shimada, prejudicaram o andamento das investigações e forçaram a antecipação da Operação Exchange. Segundo o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o alerta público emitido por Washington na última quarta-feira (1º), que colocou Shimada na lista de sanções, alterou os planos estratégicos da polícia brasileira.
“A sanção dos Estados Unidos alterou nossa ação. Houve um prejuízo à investigação”, afirmou Rodrigues em encontro com jornalistas.
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Operação antecipada e alvo foragido
A PF precisou deflagrar nesta sexta-feira a Operação Exchange, que tem Shimada como principal alvo. O suspeito, no entanto, não foi localizado e passou a ser considerado foragido.
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O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da PF, Dennis Cali, explicou que Shimada já havia sido preso em uma operação de 2024 e condenado em 2025. A PF enviou uma representação à Justiça Federal em março deste ano, recebeu o aval em 2 de junho e trabalhava para localizar os alvos antes do anúncio do governo americano.
“Por conta da sanção, tivemos que adiantar e deflagrar hoje. Tínhamos ainda questões operacionais relacionadas ao alvo, mas com o vazamento na imprensa tivemos que antecipar a ação”, disse Cali.
Quem é Victor Shimada
De acordo com as investigações, Shimada operava nos Estados Unidos, mas mantinha residência no Brasil, movimentando recursos tanto no território nacional quanto no exterior. Apontado como operador financeiro da facção criminosa PCC, ele contava com o auxílio de Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira. Ela também foi incluída no alerta público dos EUA e acabou presa pela PF na ação desta sexta-feira.
O que diz a defesa
Em nota, a defesa de Shimada afirmou que ainda não teve acesso às decisões judiciais e que qualquer manifestação seria precipitada no momento. O advogado Yuri Cruz declarou:
“Tão logo tenha acesso aos autos e às informações oficiais, a defesa realizará a análise técnica do caso e adotará as medidas jurídicas que entender cabíveis.”





















































