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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Perícia Forense do Ceará (Pefoce) concluiu que a bebê de 10 meses encontrada morta em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, não foi vítima de violência sexual. O laudo pericial descartou a hipótese de abuso, levantada inicialmente após a criança dar entrada no hospital.
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Com o resultado, a Polícia Civil alterou a linha de investigação: o caso agora é tratado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A principal suspeita é de que a criança tenha sofrido uma asfixia acidental enquanto dormia.
O caso
A bebê foi levada a uma unidade de saúde pela mãe, que acreditava que a filha estava engasgada. No hospital, os médicos constataram lesões que, inicialmente, levantaram a suspeita de violência sexual, o que resultou na prisão em flagrante do padrasto, Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e do primo dele, Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos.
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Com o descarte do abuso pelo laudo oficial, os dois homens podem ser colocados em liberdade, a menos que a Justiça determine a manutenção da prisão por outro fator. A defesa de Francisco Ray já havia afirmado anteriormente que o jovem não estava no mesmo cômodo que a bebê e que ele colaborava com as investigações. A defesa de Roberto Levy não foi localizada.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias exatas da morte. A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão de outros laudos periciais para finalizar o caso.






















































