🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (29) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (29) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve nesta quarta-feira (29) sua taxa de juros de referência no intervalo entre 3,50% e 3,75% ao ano. A decisão, tomada pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), foi a quinta consecutiva sem alterações, mas escancarou as crescentes tensões internas no organismo diante de uma inflação que já dura mais de cinco anos acima da meta de 2%.
Mais de 20 produtos em oferta relâmpago com até 61% OFF no Mercado Livre – confira a lista
O placar foi de 9 votos a 3 pela manutenção. Os presidentes de três bancos regionais do Fed — Lorie Logan (Dallas), Beth Hammack (Cleveland) e Neel Kashkari (Minneapolis) — votaram contra e defenderam um aumento de 0,25 ponto percentual. É incomum que três membros do FOMC divirjam simultaneamente da maioria. Os mesmos três já haviam dissentido na reunião anterior, sob a presidência de Jerome Powell.
Inflação pressionada por guerra e tarifas
A inflação ao consumidor nos EUA ficou em 3,5% ao ano em junho, acima da meta, mas abaixo do pico registrado após o início do conflito entre EUA e Irã. O indicador preferido do Fed atingiu 3,4% no acumulado até maio.
O comunicado do FOMC foi praticamente idêntico ao de junho, afirmando que a economia “se expande em ritmo sólido” e que a inflação “segue alta em relação à meta de 2%”. A decisão de manter os juros reflete o entendimento de que o custo atual do financiamento já gera freio suficiente na economia. No entanto, os fatores que pressionam os preços não diminuíram: a guerra elevou os preços globais de energia e fertilizantes, e as tarifas sobre importações impostas por Trump, combinadas ao boom de investimentos em IA, encareceram chips, equipamentos e eletricidade.
Mercado aposta em alta em setembro
A maioria dos investidores já esperava a manutenção, mas as apostas por uma alta chegaram a 40% nos dias anteriores à reunião. Agora, 76% dos operadores preveem um aumento em setembro, contra 59% há um mês.
“A paciência dos funcionários está se esgotando em relação à inflação, e a maioria, senão todos, está pronta para agir se a inflação não começar logo a se mover em direção a 2%”, afirmou Gregory Daco, economista-chefe da EY-Parthenon.
O presidente do Fed, Kevin Warsh, nomeado por Donald Trump, afirmou que não tem “nenhuma tolerância” com inflação persistentemente elevada, mas não precisou se recorrerá a altas de juros para combatê-la. Trump tem pressionado publicamente o banco central para reduzir as taxas, mas Warsh disse que manterá as decisões de política monetária livres de influência política.



















































































