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🧡 Ver Ofertas na ShopeeSarah Khalifa, de 39 anos, apresentava um programa de TV sobre segurança e crime; sentença foi emitida após consulta ao grão-mufti, a mais alta autoridade religiosa do país.
Uma corte do Cairo condenou à morte por enforcamento a apresentadora de TV egípcia Sarah Khalifa, de 39 anos, e outras 11 pessoas por envolvimento em um esquema de fabricação e tráfico de drogas sintéticas. As informações foram publicadas pelo jornal The Guardian e repercutiram neste sábado (5).
A decisão foi tomada após consulta ao grão-mufti do Egito, a mais alta autoridade religiosa e jurídica do país. O veredito ainda pode ser contestado por meio de recurso.
O caso
Khalifa e os demais réus foram acusados de formar um grupo organizado para obter insumos usados na produção de narcóticos, com intenção de traficá-los, além de posse e porte de armas e munições sem autorização. A mídia egípcia se referiu ao processo como o “grande caso de drogas”.
As autoridades apreenderam mais de 750 kg de narcóticos e matérias-primas, além de dois apartamentos usados como laboratórios, armas e munições sem licença. A acusação detalhou que alguns réus eram responsáveis por obter matérias-primas do exterior, enquanto outros cuidavam da fabricação e distribuição.
Segundo a denúncia, Khalifa forneceu fundos para a operação e viajou para o exterior para se encontrar com dois dos supostos líderes e ajudar a coordenar suas atividades com outros membros do grupo.
Perfil da apresentadora
Khalifa é conhecida por apresentar o programa “Missão Impossível”, voltado a temas de segurança e crime. Ela também é dona de uma clínica de cirurgia estética e de uma produtora especializada em organizar festas e eventos.
Outras condenações
O tribunal também condenou nove réus à prisão perpétua e absolveu outros sete, elevando o número total de réus no caso para 28. Os mesmos réus também receberam pena de cinco anos de prisão em outro processo, que envolve sequestro e agressão a um jovem.
Pena de morte no Egito
O Egito prevê pena de morte para alguns crimes, incluindo tráfico de drogas, assassinato premeditado, terrorismo e alguns crimes de estupro. A Comissão Egípcia por Direitos e Liberdades afirmou que 541 condenações à pena capital foram emitidas no país ao longo de 2025.





















































































