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🧡 Ver Ofertas na ShopeeUma revisão de evidências publicada no Journal of the Endocrine Society aponta que homens com níveis muito baixos ou muito altos de testosterona apresentam maior risco de desenvolver fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca que eleva as chances de acidente vascular cerebral (AVC).
A análise, conduzida por pesquisadores do Centro Médico de Assuntos de Veteranos de Kansas City, nos Estados Unidos, examinou dados de estudos anteriores para avaliar os riscos cardíacos associados às variações do hormônio.
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Risco segue padrão em forma de “U”
De acordo com os achados, a relação entre testosterona e fibrilação atrial não é linear. Tanto a deficiência quanto o excesso do hormônio aumentam a probabilidade de ocorrência da arritmia, o que os pesquisadores descreveram como uma curva em forma de “U”.
“Tanto a quantidade insuficiente quanto a testosterona em excesso parecem aumentar o risco de fibrilação atrial, por meio de mecanismos biológicos separados, o que significa que a dose e o nível alvo importam”, afirmou o pesquisador principal, Dr. Rajat Barua, em comunicado à imprensa.
Segundo os autores, a testosterona afeta o sistema elétrico do coração, e níveis anormais – seja para baixo ou para cima – podem provocar ritmos cardíacos irregulares.
Implicações para a terapia de reposição
A terapia de reposição de testosterona é amplamente prescrita para homens de meia-idade e mais velhos. No entanto, a revisão sugere que o tratamento deve ser individualizado e monitorado de perto.
“O que a revisão argumenta é que o tratamento deve ser individualizado e supervisionado”, disse Barua.
Os pesquisadores recomendam que os médicos busquem restaurar a testosterona a níveis próximos da faixa média do considerado normal – entre 350 e 550 ng/dL de testosterona total – em vez de levar o paciente ao limite superior da normalidade.
Recomendações para médicos
A revisão também orienta que profissionais de saúde monitorem regularmente o ritmo cardíaco, os níveis sanguíneos do hormônio, a pressão arterial e a função renal e hepática de pacientes em terapia de reposição.
Além disso, fatores como obesidade, apneia do sono, hipertensão e consumo de álcool devem ser avaliados antes do início do tratamento.
























































































