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🧡 Ver Ofertas na ShopeeDocumentos de Cristiano Zanin foram obtidos em 2019 na Lava Jato e posteriormente anulados pela Justiça; ex-procurador diz que medida contesta impugnação de sua candidatura.
O candidato ao Senado pelo Paraná, Deltan Dallagnol (Novo), anexou ao seu registro de candidatura dezenas de páginas com dados do sigilo fiscal e bancário do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações, obtidas em 2019 durante a operação Lava Jato no Rio de Janeiro, foram posteriormente anuladas pela Justiça.
Dallagnol extraiu os documentos de um dos processos sigilosos que tramitam contra ele no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e os incluiu integralmente no sistema do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). O material pode ser acessado pelo site de consulta pública do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Motivação e defesa
A medida foi adotada para contestar a tentativa de impugnação da candidatura. A defesa de Dallagnol argumenta que o julgamento que levou à perda do mandato do ex-procurador na Câmara, em 2023, não estabeleceu expressamente a inelegibilidade para pleitos futuros, nem determinou a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de oito anos.
Histórico das informações
Na época da Lava Jato, Zanin atuava na defesa do então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal alvo da operação. Em 2019, o então juiz Marcelo Bretas determinou a quebra dos sigilos do advogado por suposto desvio de recursos públicos.
A Receita Federal, no entanto, não encontrou contas secretas no exterior, valores não declarados, movimentações bancárias suspeitas ou patrimônio sem origem lícita comprovada em nome de Zanin ou de seu escritório.




















































































