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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), respondeu nesta quinta-feira (10) às críticas feitas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e afirmou que o petista “tem que falar menos e trabalhar mais”. A declaração ocorreu durante o lançamento do primeiro trem da Linha 6-Laranja do metrô, na capital paulista.
Mais cedo, Haddad havia chamado Tarcísio de “candidato a vassalo”, em referência à declaração do governador de que o aumento de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros anunciado pelo presidente Donald Trump (Republicano) era resultado da postura ideológica do governo Lula.
Ao ser questionado sobre a fala do ministro, Tarcísio rebateu:
“Acho que ele tem que cuidar da economia. Se ele cuidasse da economia, ele estaria indo bem […] Cabe a ele falar menos e trabalhar mais”, afirmou o governador.
Tarcísio também defendeu uma abordagem menos ideológica para enfrentar a crise comercial com os Estados Unidos.
“A gente precisa, obviamente, sentar na mesa, deixar de lado as questões ideológicas, deixar de lado as questões políticas, deixar de lado o revanchismo, as narrativas e trabalhar”, completou o ex-ministro da Infraestrutura de Jair Bolsonaro (PL), de quem é aliado e possível sucessor na corrida presidencial de 2026.
A troca de farpas entre os dois ocorre após o anúncio feito por Trump na quarta-feira (9), de que os EUA aplicarão uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros. Segundo o republicano, a medida seria uma resposta ao que chamou de “caça às bruxas” contra Jair Bolsonaro no Brasil. Ele também criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), acusando-o de emitir “centenas de ordens de censura secretas e ilegais” contra plataformas norte-americanas.
Trump mencionou que decisões do STF estariam “violando a liberdade de expressão dos americanos” e alegou que a reação comercial faz parte de uma resposta a esse cenário.
A mesma semana em que Trump anunciou o tarifaço também marcou o retorno da citação do ministro Alexandre de Moraes pela Justiça da Flórida, no processo movido pelas empresas Trump Media e pela plataforma Rumble, que acusam o magistrado de supostas violações à soberania dos EUA ao determinar remoções de conteúdo de influenciadores brasileiros.






















































