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O cenário econômico global passou por uma reviravolta nesta sexta-feira (30), refletindo diretamente nos ativos brasileiros. Após o anúncio de Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 1,03%, cotado a R$ 5,248.
Apesar do salto diário, a moeda americana encerrou o período com um saldo favorável ao real, acumulando queda de 0,74% na semana e um recuo expressivo de 4,39% no mês de janeiro.
Enquanto o dólar ganhava força, a Bolsa de Valores brasileira (B3) operou no terreno negativo. O Ibovespa, principal índice da bolsa, registrava queda de 0,91% às 17h03, aos 181.472 pontos.
A pressão sobre o índice foi alimentada por dois fatores principais:
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Cenário Externo: A indicação de Warsh alterou as expectativas sobre o ritmo de corte de juros nos EUA, gerando uma onda de aversão ao risco.
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Peso das Gigantes: Ações de grande relevância, como Vale e Petrobras, sofreram ajustes e ajudaram a puxar o índice para baixo.
Com juros potencialmente mais altos nos EUA por mais tempo, o capital tende a sair de mercados emergentes, como o Brasil, para buscar a segurança dos títulos do Tesouro americano, o que explica a valorização global da moeda norte-americana, que chegou a tocar a máxima de R$ 5,27 durante a sessão de hoje.