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🧡 Ver Ofertas na ShopeePrincipal negociador iraniano estabeleceu quatro exigências para reabertura da via marítima, incluindo o fim do bloqueio naval e do embargo petroleiro; Trump ameaçou bombardear Omã caso o país apoie acordo com Teerã
O Irã reiterou, nesta terça-feira (18), que manterá o Estreito de Ormuz fechado até que os Estados Unidos cumpram uma série de condições estabelecidas pelo regime Teerã. A declaração foi feita pelo principal negociador iraniano e presidente do Parlamento, Mohamad Baqer Qalibaf, em discurso transmitido pela televisão estatal.
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“O Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que os compromissos americanos estipulados no protocolo de acordo sejam implementados”, afirmou Qalibaf. O bloqueio da via marítima, vital para o comércio mundial de energia, é mantido por Teerã desde o agravamento das tensões com os Estados Unidos.
Condições para reabertura
Qalibaf listou quatro exigências para a liberação do Estreito de Ormuz: o fim do bloqueio naval americano, o descongelamento dos ativos iranianos, o levantamento do embargo petroleiro e a interrupção das operações militares em todas as frentes.
O Irã exige que navios solicitem permissão de passagem e paguem tarifas pelo trânsito, medida veementemente contestada pelos Estados Unidos e por potências ocidentais.
Negociações com Omã e ameaças de Trump
Teerã e o Sultanato de Omã, localizado na outra margem do estreito, negociam há semanas os parâmetros para a navegação na região. Segundo o governo iraniano, as coordenadas geográficas da rota permitida já foram acordadas e as partes trabalham na redação de uma declaração conjunta.
Paralelamente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou bombardear Omã caso o país “se interpuser” nas negociações ou firme acordos unilaterais com o regime iraniano sobre o tráfego no Estreito de Ormuz.
Contexto do conflito
As tensões na região se intensificaram após uma série de ataques americanos e israelenses contra alvos iranianos no início do ano. Apesar de acordos pontuais de trégua, confrontos esporádicos e bloqueios no Estreito de Ormuz continuam a ameaçar o fornecimento global de petróleo.
Durante seu discurso, Qalibaf declarou que o Irã está “pronto para infligir uma derrota ainda mais arrasadora ao inimigo, proporcional às suas ações”.























































































