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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) divulgou uma nota oficial lamentando a morte de Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro e mundial, que faleceu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. No comunicado, a entidade destacou o ex-jogador como “símbolo de excelência e inspiração para gerações”.
O presidente do COB, Marco La Porta, também prestou homenagem ao “Mão Santa”, ressaltando que o ex-atleta representou valores fundamentais do espírito olímpico.
“O esporte brasileiro, infelizmente, se despede de um grande nome, mas tenho certeza de que sua história jamais será esquecida. Mais do que resultados e medalhas, Oscar representou valores que definem o espírito olímpico: dedicação, superação e respeito ao adversário”, afirmou.
La Porta destacou ainda o impacto de Oscar dentro e fora das quadras. “Em cada competição, levou consigo não apenas o talento, mas também a inspiração para todos que acreditam no poder transformador do esporte e a bandeira brasileira no coração. Seu legado permanece vivo nas quadras e nos corações que tocou ao longo de sua trajetória. Descanse em paz, Mão Santa. Seu legado jamais será esquecido. O Olimpismo agradece”, completou.
O ex-jogador Marcelo Vido, que foi companheiro de Oscar na seleção brasileira, também lamentou a perda e destacou a convivência de mais de duas décadas com o atleta.
“O basquete brasileiro e mundial perde uma de suas maiores estrelas. Mais do que um atleta excepcional, Oscar foi um amigo e um ser humano admirável”, disse.
Vido relembrou conquistas importantes da carreira do ex-jogador, como o título mundial de clubes pelo Esporte Clube Sírio, em 1979, além de participações marcantes pela seleção brasileira em Jogos Pan-Americanos, Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais.
Oscar Schmidt foi um dos maiores nomes da história do basquete mundial. Reconhecido por sua genialidade e impacto global, ele integra o Hall da Fama da FIBA e também o Hall da Fama da NBA — feito inédito para um jogador que nunca atuou na liga norte-americana. Além disso, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos, deixando um legado considerado histórico para o esporte.
Eis a íntegra da nota oficial do COB
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) lamenta profundamente o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete e uma lenda do Movimento Olímpico do Brasil. Conhecido como ‘Mão Santa’, Oscar foi recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição. Oscar deixa a esposa Maria Cristina Victorino, com quem é casado desde 1981, e dois filhos Felipe e Stephanie.
Oscar teve sua trajetória celebrada como símbolo de excelência e inspiração para gerações. Ícone do esporte internacional, integra o Hall da Fama da FIBA e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga. Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
Em 2019, foi homenageado pelo COB com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, por sua dedicação incansável ao aperfeiçoamento dos fundamentos, a eficiência técnica e física e o espírito coletivo, durante o Prêmio Brasil Olímpico. No início de abril, a lenda do basquete brasileiro ingressou no Hall da Fama do COB, mas não pôde comparecer ao evento e foi representado por seu filho, Felipe Schmidt.
Neste momento de profunda tristeza, o Comitê Olímpico do Brasil expressa suas sinceras condolências aos familiares, amigos e admiradores de Oscar Schmidt.






















































