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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, assinou um acordo para expandir os assentamentos na Cisjordânia, uma área reivindicada pelos palestinos para a criação de um Estado. A medida, anunciada nesta quinta-feira (11), pode aprofundar o isolamento de Israel diante de aliados ocidentais, que têm sinalizado apoio ao reconhecimento de um Estado palestino na ONU.
Durante uma visita ao assentamento de Maale Adumim, Netanyahu foi categórico. “Não haverá um Estado palestino. Este lugar é nosso”, afirmou.
O projeto, que estava congelado desde 2012, recebeu a aprovação final de uma comissão do Ministério da Defesa e prevê investimentos de quase US$ 1 bilhão em novas moradias, infraestrutura e rodovias. A iniciativa, conhecida como projeto E1, pode dividir a Cisjordânia e Jerusalém Oriental.
A decisão foi tomada dois dias após Israel tentar matar líderes do Hamas no Catar. Netanyahu esteve acompanhado de ministros nacionalistas, como o titular das Finanças, Bezalel Smotrich, que já havia afirmado que a ideia de um Estado palestino “saiu da mesa, não com slogans, mas com ações”.
Além da expansão, Netanyahu endureceu o discurso contra o Catar, acusando o país de abrigar líderes do Hamas. “Ou os expulsam ou os levam à justiça. Porque, se não o fizerem, nós o faremos”, disse, comparando o ataque de 7 de outubro ao “11 de setembro” de Israel.





















































