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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA etapa final da Volta da Espanha foi interrompida neste domingo (14) por protestos pró-Palestina. O evento, que seria encerrado em Madri, foi paralisado após manifestantes invadirem a pista, impedindo a passagem dos ciclistas. O incidente gerou uma onda de críticas de políticos espanhóis, que culparam o governo do presidente Pedro Sánchez (PSOE) por “permitir e induzir” a interrupção.
“O presidente do Governo tem orgulho do comportamento de uns poucos que, para manifestar seu apoio a Gaza, lançaram grades contra a Polícia Nacional, sem garantir a segurança do pessoal da organização, corredores e jornalistas”, escreveu Alberto Núñez-Feijóo, presidente do Partido Popular.
Feijóo lamentou o “ridículo internacional” causado pela paralisação da corrida. “Não apoio o Hamas. Também não quero os seus aplausos. Tampouco compartilho a resposta que o Governo de Israel está dando aos atentados terroristas que padeceram”, continuou. “O sequestro e assassinato de israelenses inocentes não se pode contestar com mais perdas civis de pessoas de origem palestina.”
Outros políticos da direita espanhola também condenaram a postura de Sánchez. O porta-voz do partido Vox em Madri, Javier Ortega Smith, acusou o presidente de “incentivar” o episódio. Para ele, Sánchez estaria “alimentando a violência e o confronto, esse ódio que têm a tudo o que seja um ato como este, que é um ato esportivo”.
O prefeito de Madri, José Luis Martínez-Almeida, disse que o dia foi “tristíssimo” e que a cidade foi tomada por “violência pura e dura”. Ele responsabilizou Sánchez diretamente pelas agressões aos ciclistas, que teriam encontrado “tachinhas e cacos de vidro” na pista. “Quando o presidente da Nação apoia o boicote contra a Volta Ciclística da Espanha, em sua própria capital, se converte em responsável direto de cada altercação que se produza”, disse.
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, também criticou Sánchez, afirmando que “há alguns dias, o presidente do Governo espanhol lamentou não ter uma bomba atômica para deter Israel. Hoje, animou os manifestantes a sair à rua”. Saar concluiu, em sua conta no X (antigo Twitter): “Sánchez e seu Governo: vergonha para a Espanha!”.





















































