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🧡 Ver Ofertas na ShopeeÓrgão defende afastamento do perfil de George Marques, mas é contrário à prisão preventiva e à busca e apreensão pedidas pela campanha de Flávio Bolsonaro
O Ministério Público Eleitoral defendeu que a Justiça determine a suspensão do perfil do funcionário da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República que incentivou a disseminação de um boato que relaciona o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e uma possível retirada de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
O órgão foi contrário, no entanto, à prisão preventiva e ao cumprimento de busca e apreensão em endereços de George Marques, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secom.
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George republicou, no X, uma mensagem incentivando a continuidade de publicações sobre o boato, negado pela campanha de Flávio.
“Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar. Eles fizeram isso em outras eleições e quase nos ferram. Inclusive com a ajuda de uma TV (Jovem Pan). Continuem compartilhando que Nossa Senhora foi atacada, precisa chegar no interior do Nordeste, no interior do Norte”, dizia o texto compartilhado.
O promotor Paulo Roberto Binicheski afirmou que há elementos que indicam a “possível ocorrência de conduta penalmente relevante e, especialmente, risco concreto de sua continuidade”.
“Não se cuida apenas de uma publicação isolada. Os elementos apresentados indicam sucessivas republicações e, especialmente, a possível utilização do perfil para estimular terceiros a continuarem propagando o conteúdo”, afirmou.
Em nota após a apresentação da queixa-crime, a Secom afirmou que “a manifestação ocorreu em caráter estritamente pessoal, por meio de perfil particular, fora do horário de expediente e com a utilização de equipamento próprio”. O órgão também classificou como “injusto e arbitrário” o pedido de prisão preventiva.




































































