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A partir desta segunda-feira (22), o Banco Central (BC) eleva a alíquota para o depósito compulsório. Subirá de 17% para 20%. Esse percentual havia sido reduzido (de 25% para 17%) em março de 2020 por causa da pandemia.
A volta da taxa de 20% representa a retirada de circulação de R$ 42 bilhões, que serão enviados ao BC. Ou seja, o dinheiro não poderá ser mais utilizado pelos bancos para empréstimos a empresas e pessoas físicas.
Mas haverá exceções. Os bancos que depositarem ativos com acesso às Linhas Financeiras de Liquidez poderão manter o percentual de 17%.
Segundo a autoridade monetária, desde o início da crise, R$ 330 bilhões foram injetados na economia com a redução do depósito compulsório a prazo (dinheiro que fica com o BC e é remunerado pela Selic, a taxa básica de juros).
Esse foi uma forma de estimular o crescimento da economia em meio à pandemia.
No final do mês passado, o volume de recolhimentos compulsórios atingiu R$ 439 bilhões. A maior parte do dinheiro correspondente às aplicações em depósitos a prazo (R$ 223 bilhões).
Em seguida, encaixe de Poupança (R$ 154 bilhões) e, por fim, recursos à vista (R$ 62 bilhões).