🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Sexta-feira (19) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Sexta-feira (19) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na Shopee🔥 Até 62% OFF: massageador, lavadora portátil com 57% OFF e mais 35 produtos na lista de ofertas relâmpago
O Brasil caiu para a 65ª posição no Ranking Mundial de Competitividade 2026, elaborado pelo IMD World Competitiveness Center, registrando o seu pior patamar nos últimos anos. Em 2025, o país ocupava o 58º lugar. Ao todo, o levantamento analisa 70 nações.
A pontuação final de cada economia é calculada com base na percepção de executivos do mercado aliada a dados estatísticos. O estudo avalia quatro fatores principais: desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura.
Queda em múltiplos fatores
De acordo com o relatório, o recuo do Brasil foi motivado pela piora em diversos subfatores estratégicos. As principais quedas foram registradas em:
-
Práticas de Gestão: queda de 11 posições;
-
Economia Doméstica: queda de 10 posições;
-
Preços: queda de 10 posições;
-
Produtividade e Eficiência: queda de 9 posições;
-
Política Tributária: queda de 8 posições;
-
Infraestrutura Tecnológica: queda de 5 posições;
-
Mercado de Trabalho: queda de 4 posições.
💇 Combo shampoo + condicionador + tônico com 53% OFF na oferta relâmpago: nota 4,8★ e mais de 1.000 vendidos
Desempenho nos quatro pilares principais
O reflexo dessas perdas afetou os quatro grandes pilares analisados pelo IMD. O desempenho do Brasil em cada um deles ficou assim desenhado:
-
Desempenho econômico: passou de 30º (em 2025) para 36º (em 2026);
-
Eficiência governamental: oscilou de 68º para 69º;
-
Eficiência empresarial: recuou de 56º para 67º;
-
Infraestrutura: desceu de 58º para 61º.
Os melhores e os piores do mundo
O topo da lista global de competitividade é liderado por Cingapura, seguida por Hong Kong e Suíça. O top 10 é completado por Taiwan (4º), Emirados Árabes Unidos (5º), Dinamarca (6º), Irlanda (7º), Holanda (8º), Suécia (9º) e Estados Unidos (10º).
Na extremidade oposta do ranking, o Brasil aparece amargando a parte de baixo da tabela ao lado de países como Peru (60º), Romênia (61º), México (62º), Eslováquia (63º), Gana (64º), Botsuana (66º), Mongólia (67º), Nigéria (68º), Namíbia (69º) e Venezuela (70º).
Atrás de vizinhos latino-americanos
Com o resultado de 2026, o Brasil perdeu espaço para outros concorrentes da América Latina. O país ficou atrás do México, por exemplo, que ocupa a 62ª colocação — três posições à frente do mercado brasileiro. Já a Venezuela figura na lanterna geral do levantamento, na 70ª posição.




















































