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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste sábado (18) o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para receber o presidente da Argentina, Javier Milei, em visita domiciliar.
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A solicitação previa o encontro para o dia 25 de julho, quando Milei estará no Brasil para participar da convenção nacional do PL e do lançamento da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Além do presidente argentino, participariam da visita Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã de Javier Milei; Pablo Quirino, ministro das Relações Exteriores da Argentina; e um intérprete.
Na decisão, Moraes argumentou que o pedido foi prejudicado pela suspensão de visitas a Bolsonaro por 30 dias, determinada por ele próprio na sexta-feira (17). Segundo o ministro, “salvo as visitas permanentes médicas, fisioterapêuticas e dos advogados, as demais visitas estão em suspensão pelo prazo de trinta dias”.
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A suspensão de visitas foi aplicada após Bolsonaro descumprir medidas cautelares, ao divulgar, por meio do senador Flávio Bolsonaro, uma carta com conteúdo político e eleitoral em que pedia votos para o filho e o designava como seu “porta-voz” na disputa pela Presidência.
A defesa de Bolsonaro argumentou que a restrição anterior havia sido motivada por questões médicas — a recuperação de uma broncopneumonia — e que, por isso, a visita de um chefe de Estado estrangeiro deveria ser apreciada separadamente. O ministro, no entanto, rejeitou o argumento.
Próximos passos
Com a negativa, Javier Milei não poderá visitar Bolsonaro em sua residência durante a passagem pelo Brasil. A convenção do PL, que oficializará Flávio Bolsonaro como candidato, segue mantida. Moraes também já havia proibido Flávio de visitar o pai por 90 dias.






















































