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Nesta quarta-feira (16), o governador Ibaneis Rocha (MDB) voltou ao Palácio do Buriti, após ficar 66 dias afastado por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão ocorreu após os ataques às sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro. O governador do Distrito Federal chamou o ato de vandalismo de “atípico” e avaliou que foi resultado de um “apagão geral”.
Ibaneis também disse que não acredita que o seu ex-secretário de Segurança Pública Anderson Torres tenha culpa pelas falhas na segurança.
“O que aconteceu no 8 de Janeiro é uma coisa imprevisível. Até o dia 6 de janeiro a gente não tinha nenhuma perspectiva de aquilo iria acontecer. Os ônibus começaram a chegar no Distrito Federal no dia 6 e no dia 7 e nós tivemos aquele problema todo. Na minha visão, não foi culpa do Anderson”, disse o governador em entrevista a jornalistas no Palácio do Buriti.
“Recebi mensagens do secretário que estava no cargo, transmitindo mensagem de tranquilidade. A PM [Polícia Militar] estava a postos. O Palácio do Planalto tem um batalhão à disposição. Houve relaxamento de todos. A Força Nacional também não atuou. Tivemos um apagão geral”, disse Ibaneis.
Ibaneis também disse que é necessário “virar a página” da história de Brasília e “reviver um tempo de paz”. “É hora de termos paz na nossa vida, cuidar da vida das pessoas. Fiquei esses 64 dias afastado, não me comuniquei com ninguém, não tive contato com ninguém do governo. Volto agora com o coração limpo, com a cabeça tranquila e com a convicção de que nós temos muito a fazer pelo Distrito Federal”, disse