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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Federação de Futebol do Egito protocolou, nesta terça-feira (7), uma queixa formal à Fifa contra a atuação do árbitro francês François Letexier e de seus assistentes na partida que eliminou os africanos da Copa do Mundo de 2026. O Egito abriu 2 a 0 sobre a Argentina, mas sofreu a virada por 3 a 2 em Atlanta, após uma atuação histórica de Lionel Messi no segundo tempo — em um confronto que ficou marcado por fortes reclamações egípcias sobre as decisões da arbitragem.
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A queixa foi enviada pelo presidente da federação egípcia, Hany Abo Rida, que pediu uma investigação sobre os lances contestados e a exclusão do quarteto francês das escalas de arbitragem no restante do Mundial.
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Os lances contestados
Os egípcios protestam contra dois episódios principais na partida:
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Gol anulado de Zico (12 min do 2º tempo): O atacante marcou o que seria o terceiro gol do Egito, ampliando a vantagem para 3 a 0. No entanto, o VAR chamou Letexier para revisão, e o árbitro identificou uma falta de Attia sobre Lisandro Martínez na origem da jogada. O gol foi anulado, mantendo o placar em 2 a 0.
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Pênalti não marcado na origem do gol da virada (46 min do 2º tempo): Na jogada que culminou no gol da vitória de Enzo Fernández, os egípcios alegam que Mac Allister puxou a camisa de Fathy dentro da área de ataque egípcia. O lance não foi revisado pelo VAR; a Argentina recuperou a posse, iniciou o contra-ataque e selou a virada.
Críticas pesadas de jogadores e técnico
O atacante Zico, autor de um dos gols egípcios, desabafou na saída do gramado:
“O árbitro não foi bom, foi injusto. A injustiça dele foi clara. Nos perseguiu desde o início da partida. Não quis que a gente vencesse. Uma partida direcionada.”
O técnico Hossam Hassan foi ainda mais contundente. Ao receber cartão amarelo por reclamação, ele fez o gesto de “X” com os braços — sinal previsto no protocolo da Fifa para denúncia de racismo —, mas não foi atendido pelo árbitro. Na entrevista coletiva, o treinador disparou:
“O que eu disse ao árbitro foi apenas que isso é injusto. Talvez ele tivesse um placar em mente. Talvez ele tenha algo a esconder. Quem tem algo a esconder, às vezes falha em esconder o que está escondendo.”
O clima tenso também resultou na expulsão do preparador de goleiros do Egito, Saafan Elshaghir, que chegou a invadir o campo. O goleiro Shobeir e o zagueiro Fathy receberam cartões amarelos por reclamação.
Fim amargo para a melhor campanha da história
Apesar da eliminação dolorosa, o Egito deixa o Mundial de 2026 com a melhor campanha de sua história no torneio. Em 1934, 1990 e 2018, a seleção africana jamais havia passado da fase de grupos. Desta vez, alcançou as oitavas de final após eliminar a Austrália nos pênaltis e flertou com a vaga diante da atual campeã mundial.
A federação egípcia já confirmou a permanência do técnico Hossam Hassan à frente da seleção para o próximo ciclo de competições. A Argentina, por sua vez, avança para enfrentar a Suíça nas quartas de final.




















































