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🧡 Ver Ofertas na ShopeeEntidade afirma que pedidos da confederação europeia em tribunal nos EUA não têm “finalidade jurídica legítima” e integram esforço para desgastar a imagem do presidente Gianni Infantino.
A Fifa (Federação Internacional de Futebol) afirmou, na quinta-feira (3), que a Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) conduz uma “campanha de difamação” contra a entidade e seu presidente, Gianni Infantino. A acusação foi feita em um documento judicial obtido pela agência Reuters.
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O embate ocorre em meio à crise gerada pela proposta, posteriormente abandonada, de venda de participação nos direitos comerciais da Copa do Mundo. Três confederações — a própria Uefa, a Confederação Asiática de Futebol (AFC) e a Concacaf — pressionam Infantino a renunciar.
Disputa nos tribunais
Na última semana, a Uefa apresentou um pedido no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York. O objetivo era obter autorização para coletar, nos EUA, depoimentos e documentos que pudessem ser usados como provas em uma possível ação criminal na Suíça contra Infantino e outros dirigentes da Fifa.
A iniciativa faz parte dos esforços da confederação europeia para reunir elementos que possam embasar uma eventual queixa contra o presidente da Fifa e outros envolvidos no projeto da FFE (Fifa Forward Enterprise).
A Fifa reagiu em 1º de setembro por meio de uma moção de intervenção apresentada por suas subsidiárias nos EUA. Com esse tipo de pedido, a entidade busca ingressar no processo antes da decisão do juiz para contestar a solicitação da Uefa e tentar impedir ou limitar o acesso aos documentos requisitados.
Na manifestação, a Fifa afirmou que a iniciativa da Uefa “não passa de comunicados de imprensa em apoio à campanha de difamação da Uefa contra a Fifa e sua liderança”. Segundo a entidade, os pedidos “não têm finalidade jurídica legítima”. A Fifa também sustentou que a Uefa pretende produzir provas para “supostos (mas inexistentes) processos criminais suíços”.
Pressão sobre Infantino
A proposta da FFE foi retirada em 31 de julho, depois da oposição da Uefa e de outras confederações regionais. Mesmo encerrada, tornou-se o centro de uma batalha institucional que ameaça a posição de Infantino. O dirigente suíço-italiano concorre à reeleição para um 4º mandato, com eleição prevista para março de 2027.
Desde que apresentou a proposta da FFE, Infantino passou a enfrentar críticas crescentes, com diversos países retirando apoio à sua candidatura.
O que diz a Uefa
A Uefa afirmou que trabalhará com confederações parceiras para garantir que as federações-membro tenham uma “alternativa crível”, comprometida com reformas, caso Infantino dispute o novo mandato. A confederação também exigiu uma revisão externa do caso.
“A Fifa não pode investigar a si mesma e esperar que a comunidade do futebol simplesmente aceite suas conclusões”, afirmou a Uefa em comunicado. Seus integrantes mandataram, por unanimidade, a confederação a buscar “todas as vias institucionais, políticas e jurídicas disponíveis” para garantir reformas e restabelecer limites à autoridade presidencial.



















































































