🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (02) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre
🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (02) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeCerimônia em Caracas contou com a presença da presidente interina Delcy Rodríguez e do secretário de Energia dos EUA, Chris Wright; Chevron prevê investir US$ 7 bilhões nos próximos cinco anos.
A Venezuela formalizou, nesta quarta-feira (2), uma série de acordos com empresas dos Estados Unidos e da Itália para ampliar a produção petrolífera, desenvolver novos campos e recuperar a infraestrutura elétrica. Os convênios foram assinados em cerimônia em Caracas que contou com a presença da presidente interina, Delcy Rodríguez, e do secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright.
Oferta relâmpago de hoje: 30 produtos com descontos de até 80% OFF no Mercado Livre – confira a lista
Os acordos envolvem a estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), a norte-americana Chevron, a italiana Eni e a GE Vernova, e representam um dos principais passos na nova relação energética entre Caracas e Washington.
Chevron anuncia US$ 7 bilhões em investimentos
O acordo de maior dimensão econômica foi firmado entre PDVSA e Chevron. As duas partes concordaram em adequar os contratos das empresas mistas Petroboscán, Petropiar e Petroindependência à nova legislação de hidrocarbonetos, reformada em janeiro. Também foram incorporadas modificações nos planos de negócios para ajustá-los ao novo regime fiscal e jurídico venezuelano.
A Chevron anunciou um programa de expansão que prevê investimentos superiores a US$ 7 bilhões nos próximos cinco anos. “Junto com nossos parceiros, esperamos investir mais de US$ 7 bilhões e duplicar a produção”, afirmou Mike Wirth, diretor-executivo da petroleira. A empresa prevê elevar sua produção na Venezuela para cerca de 600 mil barris diários, aproximadamente o dobro do nível registrado em suas operações.
O acordo também inclui um convênio para regular o pagamento do bônus associado ao acesso às reservas da área de Petroindependência.
Eni assina contrato para o bloco Junín 5
Em paralelo ao pacto com a Chevron, a PDVSA firmou com a italiana Eni um contrato de participação produtiva para o desenvolvimento do bloco Junín 5, localizado na Faixa Petrolífera do Orinoco. O convênio prevê uma etapa de transição para a operação da área. Claudio Descalzi, presidente-executivo da Eni, afirmou que a companhia começará imediatamente as atividades de perfuração e descreveu o acordo como o início de uma fase de maior desenvolvimento.
GE Vernova atuará na recuperação do setor elétrico
O pacote energético também contemplou o setor elétrico. A PDVSA firmou com a GE Vernova uma aliança para recuperar instalações elétricas utilizadas pela indústria petrolífera, enquanto a fabricante alcançou outro acordo com a Corpoelec para executar projetos de reforço do Sistema Elétrico Nacional. Roger Martella, diretor da GE Vernova, afirmou que os projetos exigirão cerca de 1.000 trabalhadores e antecipou uma execução acelerada. “Queremos nos mover rápido, que o sistema funcione da melhor forma possível em poucos meses e acredito que podemos fazer isso juntos”, declarou.
Além disso, a PDVSA firmou um contrato de participação produtiva para o bloco Budare-Elotes com a empresa Primavera.
Previsões de Wright para a produção venezuelana
Em entrevista à CNBC, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, defendeu as previsões de Washington para o crescimento da produção venezuelana. Ele afirmou que o volume nacional pode aumentar 50% em um período de 12 a 18 meses e estimou que o país pode superar 1,5 milhão de barris diários no primeiro semestre de 2027. “Hoje a cifra supera 1,2 milhão de barris por dia. Acreditamos que no primeiro semestre do próximo ano ultrapassaremos amplamente 1,5 milhão de barris diários, e a produção venezuelana superará 2 milhões de barris diários até o final desta década”, disse Wright.
Durante a cerimônia, o secretário americano afirmou que os acordos representam “milhares de milhões de dólares em investimento, finalmente muitos empregos criados, que são críticos e essenciais para começar a trazer paz, oportunidade e prosperidade para todos na Venezuela”. Wright acrescentou que a política impulsionada pelo governo americano busca modificar a relação entre os dois países a partir de projetos econômicos. “Hoje é um dia histórico na transformação da Venezuela e na expansão das possibilidades para o povo venezuelano. A missão dos EUA na Venezuela é direta e simples: trazer paz, liberdade, oportunidade e prosperidade ao povo da Venezuela”, declarou.
Os acordos ocorrem poucos dias após Washington e Caracas anunciarem um entendimento de maior alcance para o desenvolvimento dos recursos petrolíferos venezuelanos.

























































































