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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO influenciador fitness Renato Cariani, de 47 anos, foi indiciado pela Polícia Federal (PF) por tráfico equiparado, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Em resposta, Cariani divulgou vídeos em seu canal no YouTube negando qualquer envolvimento nos crimes, atribuindo-os a terceiros. Ele rebateu as informações veiculadas na reportagem do programa ‘Fantástico’, da TV Globo, que detalhou a investigação envolvendo Cariani e a empresa da qual é sócio, Anidrol.
A matéria do ‘Fantástico’, exibida no último domingo (17), apontou que depósitos de R$ 212 mil, em dinheiro, foram os repasses que deram origem à investigação. Esses depósitos estavam vinculados a notas fiscais da AstraZeneca, que não reconheceu os pagamentos ou pedidos feitos à Anidrol, levando a empresa a denunciar o caso à PF. As investigações se concentram em um possível esquema de desvio com duração de seis anos, envolvendo substâncias químicas capazes de produzir 15 toneladas de crack.
Cariani refutou as informações apresentadas pelo ‘Fantástico’, destacando dois eventos específicos abordados na reportagem: a venda de tricloroetileno em 2016 e a descoberta de uma embalagem de ácido bórico da Anidrol durante uma operação em Praia Grande (SP) na última semana. No vídeo, Cariani argumentou que o homem flagrado retirando os produtos com tricloroetileno não era o responsável pela compra.
O influenciador foi formalmente apontado como suspeito pela PF após prestar cerca de quatro horas de depoimento na sede da instituição, na Lapa, zona oeste paulistana, na tarde de segunda-feira (18/12). A investigação da operação Hinsberg revelou que a empresa de Cariani teria vendido insumos utilizados pelo tráfico de drogas, totalizando uma quantidade equivalente a mais de 15 toneladas de crack, segundo a PF.
Documentos apresentados na investigação indicam que as vendas da Anidrol desviadas para o tráfico eram simuladas por meio da emissão de notas fiscais para empresas que efetivamente manipulavam os produtos, denunciando a atuação da empresa. A investigação também identificou um grupo criminoso que utilizava pessoas para realizar depósitos de dinheiro em espécie, simulando pagamentos de empresas farmacêuticas.
Entre os compradores dos produtos da Anidrol, destaca-se Spínola, ligado ao tráfico de drogas, que já havia sido detido pela PF em uma operação anterior. Ele é acusado de forjar um e-mail com o nome da AstraZeneca e se passar por funcionário da empresa para realizar pagamentos à empresa de Cariani após as vendas. Os policiais também descobriram fraudes na retirada dos produtos da Anidrol, com registros indicando que os suspeitos retiraram 1 tonelada de insumos em uma única viagem de moto.



















































































