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🧡 Ver Ofertas na ShopeeNa tarde desta sexta-feira (15), a defesa do influenciador paraibano Hytalo Santos afirmou que o mandado de prisão expedido contra ele é ilegal e informou que entrará com pedido de habeas corpus ainda hoje.
Em entrevista coletiva no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o advogado Felipe Cassimiro classificou a decisão judicial como “genérica”. “Estamos diante de uma decisão ilegal”, completou.
Hytalo Santos e o marido dele, Israel Nata Vicente, foram presos preventivamente nesta sexta-feira em uma casa em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Os dois deverão passar por audiência de custódia neste sábado (16) em Osasco, mas o horário ainda não foi definido.
O influenciador é investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MP-PB) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por exploração e exposição de menores de idade em conteúdos produzidos para redes sociais. O caso ganhou repercussão após denúncias do youtuber Felca, que possui mais de 4 milhões de inscritos, sobre casos de “adultização” de crianças e adolescentes.
Desde o dia 6 de agosto, quando Felca publicou um vídeo citando a atuação de Hytalo na criação desse tipo de conteúdo, o influenciador passou a ser alvo de medidas judiciais na Paraíba, incluindo ação civil pública do MP-PB e mandados de busca e apreensão.
O advogado Sean Abib, que também defende o casal, afirmou que irá “tomar conhecimento” da decisão judicial e ingressará com habeas corpus para liberar Hytalo assim que tiver acesso aos motivos da prisão.
“Reafirmamos a inocência de Hytalo Santos, que sempre se colocou à disposição das autoridades. A defesa permanece acompanhando o caso de forma atenta e responsável, confiando no devido processo legal e na sensatez do Poder Judiciário”, disseram os advogados.
A prisão foi realizada em atuação conjunta do MP-PB, MPT, Polícia Civil da Paraíba e de São Paulo, e Polícia Rodoviária Federal da Paraíba. As ordens foram expedidas pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da 2ª Vara da Comarca de Bayeux, na Paraíba.
Na decisão, o magistrado afirmou que “há fortes indícios” de tráfico de pessoas, exploração sexual e trabalho infantil artístico irregular, produção de vídeos com divulgação em redes sociais e constrangimento de crianças e adolescentes. Segundo ele, a prisão visa “impedir novos atos de destruição ou ocultação de provas, bem como evitar a intimidação de testemunhas”, apontando que “essas situações já vêm ocorrendo desde que os investigados tomaram conhecimento da existência da investigação em seu desfavor”.
O juiz ressaltou que os investigados “já destruíram elementos de prova; já removeram tudo aquilo que seria apreendido; já turbaram a investigação criminal, e tais situações estão claras nos autos”. Ele acrescentou que as condutas do casal “revelam uma ação coordenada para comprometer o curso regular das investigações, dificultar o esclarecimento da verdade e prejudicar a eficácia do trabalho investigativo conduzido por este grupo especial”.




















































