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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente Donald Trump afirmou nesta quarta-feira (22) que o Irã não irá mais executar oito mulheres que estavam supostamente condenadas à morte, após ele ter feito um apelo público pela libertação das detidas na terça-feira.
Em publicação na rede Truth Social, Trump classificou o desfecho como uma “ótima notícia” e disse ter sido informado de que as execuções previstas foram suspensas.
“Acabei de ser informado de que as oito mulheres manifestantes que seriam executadas hoje à noite no Irã não serão mais mortas. Quatro serão libertadas imediatamente e quatro serão condenadas a um mês de prisão”, escreveu o presidente.
Ele também afirmou que o governo iraniano teria atendido ao seu pedido. “Agradeço muito que o Irã e seus líderes tenham respeitado meu pedido, como presidente dos Estados Unidos, e encerrado a execução planejada”, acrescentou.
A declaração foi feita poucas horas após Trump anunciar a extensão de uma trégua de duas semanas com o Irã, enquanto negociadores norte-americanos aguardam a resposta de Teerã a uma nova proposta para encerrar o conflito que já dura cerca de dois meses.
O Judiciário do Irã negou que as oito mulheres estivessem sob ordem de execução. Em resposta, autoridades iranianas afirmaram que Trump foi “mais uma vez enganado por notícias falsas” e disseram que algumas das detidas já foram libertadas, enquanto outras respondem a acusações que, se confirmadas, resultariam apenas em prisão.
Uma das mulheres citadas, Bita Hemmati, teria sido condenada à morte por suposta participação em protestos em janeiro, segundo organizações de direitos humanos.
De acordo com a agência Human Rights Activists News Agency e o Centro Abdorrahman Boroumand, ambos baseados nos Estados Unidos, Hemmati e outros quatro homens foram condenados por envolvimento em manifestações ocorridas em 8 e 9 de janeiro de 2026, incluindo participação em protestos, uso de slogans contra o governo e depredação de bens públicos.
Apesar da posição oficial do Irã, duas das oito mulheres — Golnaz Naraghi, de 37 anos, e Venus Hosseininejad, de 28 — estariam em liberdade sob fiança desde o fim de março, segundo a organização Iran Human Rights, sediada na Noruega.
A ativista iraniana Masih Alinejad, que vive nos Estados Unidos, também divulgou os nomes das detidas e afirmou que quatro delas teriam sido sentenciadas à morte.
Trump iniciou o atual conflito em 28 de fevereiro, após alertar que os Estados Unidos responderiam a protestos violentos no Irã. Segundo ele, a repressão teria resultado em milhares de mortes.
As negociações entre os dois países têm se concentrado em um acordo nuclear. Trump afirma que seu principal objetivo é encerrar o programa de enriquecimento de urânio do Irã e recuperar cerca de 1.000 libras de urânio altamente enriquecido.























































