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🧡 Ver Ofertas na ShopeeOs Estados Unidos realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã entre a noite de domingo (12) e a madrugada desta segunda-feira (13), em uma operação comandada pelo Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom). O objetivo declarado é reduzir a capacidade militar de Teerã de atacar embarcações comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz.
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A ofensiva americana ocorreu depois que forças iranianas atacaram um navio porta-contêineres de bandeira cipriota que navegava próximo à costa de Omã. A embarcação sofreu danos significativos na sala de máquinas. Vinte e três tripulantes foram resgatados, mas um cidadão indiano permanece desaparecido.
Segundo o Centcom, os bombardeios começaram às 17h (horário do leste dos EUA) e foram ordenados para “continuar degradando” a capacidade iraniana de atacar a navegação comercial. Antes dessa nova leva de ataques, o Exército americano já havia informado ter atingido cerca de 140 alvos em território iraniano, incluindo posições de lançamento de mísseis e drones, depósitos de munição e sistemas de comunicação. Agora, a ofensiva atingiu sistemas de mísseis, defesas aéreas e embarcações da Guarda Revolucionária do Irã.
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O presidente Donald Trump confirmou a intensidade da operação: “Bombardeamos muitíssimo na noite passada”, disse ele ao se referir aos ataques.
Irã responde com ataques a países vizinhos
Após os bombardeios americanos, o Irã retaliou com ofensivas contra vários países da região que abrigam instalações militares dos EUA, como Bahrein, Kuwait, Catar, Jordânia e Omã.
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Catar: informou que seus sistemas de defesa interceptaram os projéteis, mas três pessoas ficaram feridas por estilhaços.
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Kuwait: reportou danos em postos de fronteira e em uma instalação petrolífera, além de um trabalhador ferido.
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Jordânia: confirmou que vários mísseis atingiram seu território, mas sem deixar vítimas.
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Omã: que atua historicamente como mediador entre Irã e EUA, convocou o embaixador iraniano para protestar e classificou as ações como “irresponsáveis”.
Posição do Irã e apelo da ONU
O regime iraniano condenou os bombardeios e acusou Washington de minar os esforços diplomáticos para reduzir a tensão na região. O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que os EUA descumpriram compromissos assumidos e provocaram novamente a insegurança no Estreito. Teerã sustentou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que a estabilidade seja restabelecida e advertiu que pode atacar novas posições americanas.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um apelo para que as partes evitem uma nova escalada. “Um retorno a hostilidades em grande escala teria consequências catastróficas”, afirmou em comunicado. Países como Paquistão, Catar e Egito seguem tentando manter abertas as vias de negociação.






















































