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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) deflagraram, nesta quarta-feira (2), uma operação contra suspeitos de envolvimento na execução do advogado Rodrigo Marinho Crespo, assassinado em 26 de fevereiro de 2024, no Centro do Rio de Janeiro. Dois homens foram presos em flagrante durante a ação.
A operação, que cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, mira sete homens, incluindo três policiais militares, identificados como matadores de aluguel. As investigações apontam que o grupo era chefiado pelo ex-policial militar Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como “Sem Alma”, que está foragido e com cinco mandados de prisão preventiva em aberto. O grupo estaria a serviço da contravenção, especialmente da máfia do cigarro.
Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), após a fuga de “Sem Alma”, o policial militar Leandro Machado assumiu a liderança do grupo. Machado já está preso por participação no crime. As investigações também identificaram a participação de Ryan Patrick Barboza de Oliveira, conhecido como “Motinha”, que usava uma motocicleta para monitorar os deslocamentos do advogado. “Motinha” já está preso por outro homicídio, ocorrido em junho de 2024, relacionado à exploração de máquinas caça-níqueis.
Rodrigo Crespo, de 42 anos, foi morto a tiros em frente ao prédio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Centro do Rio, quando saía do escritório onde trabalhava. O crime foi executado em 14 segundos, com o assassino disparando diversos tiros contra o advogado, mesmo após ele ter caído.
No início do ano, a Justiça determinou que Leandro Machado da Silva, Cezar Daniel Mondêgo de Souza e Eduardo Sobreira de Moraes fossem levados a júri popular pelo homicídio qualificado de Crespo. O julgamento ainda não foi agendado.




















































