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🧡 Ver Ofertas na ShopeeNa quinta-feira (26), uma forte chuva atingiu diversas áreas do estado de São Paulo, deixando ruas da capital paulista e cidades da Região Metropolitana alagadas, o que provocou uma série de transtornos. O temporal resultou em pessoas ilhadas em casas, córregos transbordados e vias intransitáveis.
A previsão é de mais chuvas até pelo menos segunda-feira, com o Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) alertando para o alto risco de alagamentos e deslizamentos de terra em toda a Grande São Paulo.
Na cidade de São Paulo, a Defesa Civil foi acionada 52 vezes nas últimas 24 horas, atendendo a 37 quedas de árvores, 12 desabamentos e 3 deslizamentos. Diversos pontos ficaram alagados, incluindo áreas no Parque Jardim Helena, na Zona Leste, e na Vila Gustavo, na Zona Norte. Em Caieiras, município da Região Metropolitana, o cenário foi ainda mais crítico. A cidade, localizada em uma área baixa, entre vales e morros, registrou 111 milímetros de chuva nas últimas 24 horas, o equivalente a quase metade do volume previsto para o mês todo. O alagamento de ruas e a interdição total de um trecho da Rodovia Tancredo Neves causaram grandes dificuldades no tráfego. Embora carros de passeio conseguissem desviar para as ruas centrais, a rodovia é o único acesso utilizado por caminhões na região.
Em Guarulhos, também na Grande São Paulo, famílias ficaram ilhadas em suas casas no Jardim Presidente Dutra, na rua Édipo. A área, que fica ao lado do Rio Tietê, enfrentou rápido aumento no nível da água, agravando ainda mais a situação. O bairro, próximo ao Jardim Pantanal, na Zona Leste da capital paulista, sofre com alagamentos recorrentes.
Os maiores acumulados de chuva nas últimas 24 horas, registrados até as 4h45 de sexta-feira (27), foram os seguintes:
- São Caetano do Sul (Centro): 112 mm
- Caieiras (Jardim Marcelino): 111 mm
- Praia Grande (Alice Geotec): 107 mm
- Caieiras (Jardim Vera Tereza): 107 mm
- Boituva (Jardim Amelia): 104 mm
- Praia Grande (Alice): 101 mm
- São Paulo (Jardim Valparaiso): 100 mm
- Hortolândia (Jardim Santa Esmeralda): 98 mm
- Quadra (Centro): 98 mm
- Bertioga (Jardim Lido): 96 mm
- Sorocaba (Éden): 95 mm
- Santa Isabel (Recanto Imperial): 95 mm
- Campos do Jordão (Vila Albertina Torre Vanguarda): 94 mm
- Mairiporã (Apolinário): 93 mm
- Caieiras (Rio Juqueri): 91 mm
- São José do Rio Preto (Eldorado): 89 mm
- Pedreira (Santa Clara): 88 mm
- Mauá (Parque das Américas): 88 mm
- São José do Rio Preto (São Francisco): 87 mm
- Porto Feliz (Centro): 86 mm
- Franco da Rocha (Parque Industrial): 85 mm
- Mauá (Vila Magini): 85 mm
- Peruíbe (Centro): 85 mm
- Franco da Rocha (Parque Paulista): 84 mm
Na noite de quinta-feira, o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, foi afetado por uma queda de energia por volta das 22h40. O terminal ficou às escuras por cerca de 20 minutos, com iluminação de emergência e algumas telas ainda funcionando. Passageiros enfrentaram dificuldades, especialmente no setor de bagagens, onde as esteiras pararam de funcionar, e o calor foi intensificado pela falta de ar-condicionado. A Concessionária Aena, responsável pelo aeroporto, informou que a falta de luz foi causada por uma falha no fornecimento de energia elétrica em São Paulo, mas assegurou que as operações do terminal não foram afetadas, já que o episódio ocorreu próximo ao encerramento das atividades. A Enel, distribuidora de energia, confirmou que a energia foi restabelecida logo em seguida.


















































































