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A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta quinta-feira (28), a empresária Daiana Schuinsekel de Almeida, suspeita de torturar e matar animais esmagando-os com os pés e as mãos para vender vídeos das agressões na internet. (Vídeo no final da matéria)
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Como a investigação começou
O caso teve origem em uma denúncia feita por uma ONG da Bulgária à Polícia Federal brasileira. A entidade teve acesso aos vídeos e encaminhou o material às autoridades, que repassaram o caso à Delegacia de Crimes contra os Animais, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), responsável pela investigação.
Identificação da suspeita
De acordo com a polícia, Daiana foi reconhecida por causa de uma tatuagem e marcas em suas pernas, que apareciam nos vídeos. Ela foi presa em sua casa, no Centro de São Paulo.
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Os crimes e a comercialização
Segundo as investigações, Daiana matava animais como coelhos, pintinhos e gatos usando os pés. Ela gravava as agressões e comercializava os vídeos em plataformas semelhantes ao Discord para pessoas de países da Europa. A polícia apura há quanto tempo os crimes eram praticados e quantos vídeos foram comercializados.
Os valores variavam conforme o conteúdo: de 20 a 50 euros (cerca de R120aR 300).
A apreensão de provas
Na casa da suspeita, os policiais apreenderam os sapatos usados nos vídeos de tortura, que servirão como prova dos crimes praticados pela empresária.
Os crimes
Daiana vai responder por:
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Maus-tratos contra animais
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Zoosadismo (satisfação sexual com sofrimento animal)
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Comercialização de vídeos de violência
O que diz a defesa
O g1 tenta contato com a defesa de Daiana Schuinsekel para comentar a prisão. Até o momento, não há posicionamento oficial.
Próximos passos
A Polícia Civil segue com as investigações para apurar a extensão dos crimes e identificar possíveis compradores dos vídeos na Europa.
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