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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO impacto dos efeitos colaterais
Náuseas, dores e queda de cabelo são alguns dos efeitos colaterais mais conhecidos do tratamento contra o câncer. No entanto, para aqueles que concluíram a terapia, problemas como insônia, fadiga, ansiedade e mudanças de humor podem persistir, afetando drasticamente a qualidade de vida. Quase a totalidade (95%) dos sobreviventes relatam problemas com o sono, e mais da metade sofre com transtornos de humor, ansiedade ou fadiga.
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A intervenção YOCAS
A Dra. Fumiko Chino, especialista em sobrevivência na ASCO, destaca que esses achados “oferecem às sobreviventes, que provavelmente já estão gerenciando múltiplos medicamentos, uma solução não farmacêutica”. O estudo inovador testou uma intervenção chamada Yoga para Sobreviventes de Câncer (YOCAS), que combina 18 posturas suaves de hatha e yoga restaurativo, além de exercícios de respiração e atenção plena (mindfulness).
Metodologia e resultados
A pesquisa acompanhou 410 participantes por quatro semanas. Metade do grupo recebeu o tratamento padrão, enquanto a outra metade foi submetida ao programa YOCAS, com sessões semanais de 75 minutos com um instrutor e prática diária em casa. Os resultados foram expressivos: o estudo encontrou um efeito “moderado a grande” do yoga na redução de problemas de humor e fadiga, e um efeito “pequeno a médio” nas taxas de ansiedade e insônia.
“Além de mostrar que a intervenção YOCAS melhora os quatro efeitos secundários, este ensaio mostra como as melhorias na alteração geral do estado de ânimo, na ansiedade e na fadiga influenciam o efeito do yoga sobre o insónio, ajudando assim a cobrir uma lacuna”, afirmou Choi em comunicado da ASCO.
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Acesso e considerações
Os pesquisadores ressaltam que os benefícios foram observados com um comprometimento médio de 180 minutos semanais, ou cerca de 25 minutos por dia. Como o estudo foi apresentado em uma conferência médica, seus resultados são considerados preliminares até a publicação em uma revista revisada por pares.
O estudo foi financiado pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA.

















































































