Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]
A taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito voltou a subir em abril, chegando a 432,1% ao ano. O indicador teve alta de 3,7 pontos percentuais em relação a março, quando estava em 428,4% ao ano. Os dados fazem parte das Estatísticas Monetárias e de Crédito do Banco Central (BC), divulgadas nesta quinta-feira (28).
Creatina com até 72% OFF: CLIQUE e veja preços a partir de R$ 36,48
O que isso significa na prática
Uma dívida no cartão de crédito pode crescer rapidamente caso a fatura não seja paga no vencimento. Por exemplo: um saldo devedor de R$ 800 se transformaria em R$ 4.256,80 após 12 meses, acumulando R$ 3.456,80 apenas em juros.
O teto de 100% e a aparente contradição
O Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu, em dezembro de 2023, um limite de 100% para os juros do rotativo, em cumprimento a uma lei aprovada pelo Congresso. Na prática, isso significa que uma dívida de R$ 200 não pode ultrapassar R$ 400 com juros e encargos.
A taxa de 432,1% divulgada pelo BC parece indicar descumprimento da regra. No entanto, o percentual é uma projeção estatística baseada nos juros mensais cobrados pelas instituições financeiras. Segundo o Banco Central, o consumidor raramente permanece um ano inteiro no rotativo — normalmente a dívida fica nessa modalidade por poucos dias ou semanas.
Fernando Rocha, chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, afirmou que a autarquia não pretende descontinuar a série histórica, já que o indicador serve como referência para medir a velocidade dos juros.
Álbum Copa 2026 + 140 figurinhas: CLIQUE e veja o produto com 62% OFF
Cheque especial também sobe
A segunda linha de crédito mais cara do mercado também registrou alta em abril. Os juros médios do cheque especial chegaram a 141,1% ao ano. Uma dívida de R$ 800 mantida por um ano nessa modalidade subiria para R$ 1.928,80.
Crédito consignado: a alternativa mais barata
Para fugir das taxas mais elevadas, o consumidor pode recorrer ao empréstimo consignado, que tem desconto direto na folha de pagamento. A taxa média dessa linha ficou em 28,2% ao ano em abril, com leve alta de 0,2 ponto percentual.
As taxas variam conforme o perfil do trabalhador:
- Beneficiários do INSS: 23,9% ao ano
- Servidores públicos: 23,7% ao ano
- Trabalhadores do setor privado: 56,3% ao ano























































