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Na primeira sessão do mercado financeiro após os ataques militares dos Estados Unidos contra a Venezuela, realizados na madrugada de sábado (3/1), o dólar fechou em queda frente ao real, refletindo maior confiança dos investidores.
O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores do Brasil (B3), encerrou o pregão desta segunda-feira (5/1) em alta firme, atingindo 162 mil pontos, mesmo com a queda das ações da Petrobras, que registraram recuo de 1,7% ao final do dia.
Segundo analistas, o desempenho do mercado esteve ligado aos desdobramentos políticos e econômicos da operação norte-americana, que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro, atualmente nos Estados Unidos, onde será julgado. Além disso, investidores acompanharam com atenção os preços internacionais do petróleo, setor que pode ser fortemente impactado pela crise venezuelana. O país detém a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo dados da Energy Information Administration (EIA), embora a produção venezuelana tenha caído significativamente nas últimas décadas.
No âmbito doméstico, o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, trouxe as primeiras projeções para o ano: os economistas estimam queda nos juros, crescimento mais lento do PIB, inflação dentro da meta e câmbio estável. A previsão para 2025 recuou para 4,31%, enquanto para 2026 houve leve alta, para 4,06%.
O mercado acionário também se atentou à nova composição do Ibovespa, que passa a incluir as ações da Copasa (CSMG3) e remove os papéis da CVC Brasil (CVCB3), conforme a última prévia divulgada.