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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quarta-feira (23/7) que só irá reduzir as tarifas comerciais para países que concordarem em abrir seus mercados para os produtos americanos. A fala ocorreu na rede social Truth Social, após os EUA fecharem um acordo com o Japão que reduziu as tarifas de 25% para 15%. Com o pacto, o Japão se compromete a aumentar a importação de bens americanos.
“Só reduzirei as tarifas se um país concordar em abrir seu mercado. Caso contrário, tarifas muito altas! Os mercados do Japão estão abertos (pela primeira vez). Os negócios nos EUA vão crescer”, escreveu Trump em sua postagem.
Segundo o líder norte-americano, o acordo traz vantagens financeiras significativas para os EUA, permitindo a exportação de carros, caminhões, arroz e outros produtos agrícolas ao mercado japonês. Para Trump, isso estimulará a economia local, gerando mais emprego, renda e manufatura no país.
“O mercado aberto do Japão pode ser um fator de lucro tão grande quanto as próprias tarifas, mas só foi alcançado graças ao poder tarifário”, acrescentou o presidente na rede Truth Social.
Além do acordo com o Japão, Trump tem demonstrado disposição para reduzir tarifas em outros países, após reuniões diplomáticas. Por exemplo, ele reduziu a alíquota sobre produtos das Filipinas de 20% para 19% e diminuiu de 32% para 19% as taxas contra importações da Indonésia.
Por outro lado, o presidente norte-americano não mencionou o Brasil, que ainda enfrenta a ameaça de uma taxação de 50% sobre seus produtos, como parte da guerra tarifária que tem intensificado desde a semana passada. Trump notificou 24 países, incluindo membros da União Europeia, sobre a imposição de tarifas unilaterais.
O foco das sanções tem sido o bloco dos BRICS — formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul. Após declarações do presidente Lula em 9 de julho, Trump aplicou uma tarifa de 50% ao Brasil. Também ameaçou taxar em 100% produtos da Rússia, enquanto a China chegou a ser alvo de tarifas de até 140%, reduzidas para 30% após negociações.
O governo brasileiro tem protestado contra as sanções e reforçado a defesa da soberania nacional, mas também busca negociar com os Estados Unidos para reduzir o impacto das tarifas.




















































































