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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, defendeu neste domingo (7) as ordens de evacuação de partes da Faixa de Gaza. Ele acusou o grupo terrorista Hamas de atirar em mulheres e crianças para impedir que deixem a região, onde uma iminente ofensiva terrestre israelense é esperada.
“Cerca de 100 mil pessoas saíram de (a cidade de) Gaza. O Hamas faz todo o possível para que ninguém saia, para que fiquem e sirvam de escudos humanos”, afirmou Netanyahu antes de uma reunião do Conselho de Ministros.
O primeiro-ministro alertou que os terroristas “não param diante de nada”. “Há pouco vimos como eles atiram nas pernas de mulheres e crianças se for necessário, atiram neles”, disse. “Eles tentarão evitar que saiam, apesar de ser necessário da perspectiva humanitária e da nossa perspectiva de guerra. Queremos nos concentrar nos terroristas e que a população civil saia”, declarou.
Netanyahu explicou que as operações militares estão se intensificando nos arredores e dentro da cidade de Gaza, com o objetivo de “eliminar terroristas de Nujba” — as forças de elite do Hamas — e “infraestruturas terroristas”.
Enquanto Israel intensifica as ações militares, o Hamas manifestou neste domingo sua disposição de negociar. O grupo afirmou que acolhe positivamente as “ideias” apresentadas por mediadores dos Estados Unidos para encerrar o conflito. “Acolhemos com satisfação as ideias apresentadas pelos mediadores americanos para deter a agressão e afirmamos nossa disposição a sentar imediatamente à mesa de negociações para concluir um acordo integral”, disse o grupo terrorista.
O Hamas listou como exigências para o acordo um cessar-fogo, a retirada completa de Israel da Faixa de Gaza, a entrada de ajuda humanitária e a formação de um comitê de palestinos independentes para governar o território.
Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, lançou uma “última advertência” ao grupo terrorista. “Os israelenses aceitaram minhas condições. É hora de o Hamas também as aceitar”, escreveu Trump em sua rede social. “Aviso o Hamas sobre as consequências de não aceitar. É minha última advertência. Não vai haver outra!”, alertou o presidente americano.



















































































