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🧡 Ver Ofertas na ShopeeMila Seidl afirmou que o marido, diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob, teve piora no quadro nas últimas 24 horas; ela busca vaga em pesquisa de Harvard para tentar desacelerar a evolução da enfermidade.
A esposa do influenciador Lito Sousa, Mila Seidl, afirmou que o marido, diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), perdeu “um pouco mais da visão” nas últimas 24 horas. A informação foi divulgada em um vídeo emocionante publicado na noite deste sábado (22) nas redes sociais.
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“De ontem para hoje, por exemplo, ele já perdeu um pouco mais de visão. Então, eu preciso da ajuda de vocês. Me ajudem a fazer esse caso ter repercussão e atenção. A gente dá visibilidade para essa doença rara e ajuda o Lito”, apelo Mila.
A doença de Creutzfeldt-Jakob é uma condição priônica rara na qual uma proteína normal do cérebro, chamada príon, torna-se defeituosa e destrói os neurônios, deixando o tecido cerebral com aspecto de esponja. O diagnóstico não possui cura conhecida.
Luta por tratamento experimental
Mila Seidl explicou que está mobilizada para conseguir uma vaga para Lito em estudos clínicos internacionais. Um dos projetos mais promissores, segundo ela, é o PRiSM (PrP-targeting siRNA Safety & Mechanism Study), que está em andamento no Broad Institute — ligado ao MIT e à Universidade de Harvard — em parceria com a Escola de Medicina Chan da Universidade de Massachusetts (UMass).
O estudo recrutou 15 pacientes para sua primeira fase, que tem como objetivo avaliar a segurança e a dosagem de um medicamento candidato, chamado siRNA. A partir dos resultados, os pesquisadores avaliarão se o desenvolvimento da substância poderá avançar para ensaios clínicos mais amplos.
“Se a gente tiver qualquer chance, é por essa chance que a gente tem que lutar. Eu não vou me conformar que não existe um tratamento. Eu vou lutar por um tratamento para ele, por 1%, por 2%, seja quanto for. Pelo que andei conversando, [esse estudo] parece ser o mais promissor porque já está em uma fase mais avançada”, declarou.
Mobilização nas redes
Mila pediu o engajamento dos seguidores para chamar a atenção dos centros de pesquisa americanos. “A gente é brasileiro, e brasileiro faz barulho. A gente consegue coisas impossíveis. Já entramos em contato [com os responsáveis por dois estudos], mas, por enquanto, eles não estão recebendo novos pacientes”, explicou.
Ela agradeceu ao público pelas correntes de apoio. “Eu sei que vocês já estão lá [nos perfis dos estudos nas redes sociais] espontaneamente. Muitas pessoas foram ao Instagram de Harvard e pediram pelo Lito”, contou.
A cofundadora do canal Aviões e Músicas afirmou que continuará recorrendo a todas as vias possíveis: “Vamos tentar de todas as formas: a mídia, o governo… porque o Lito é raro, é um legado, e ele já ajudou tantas pessoas”, concluiu.
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