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O chefe do Estado‑Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, declarou nesta quarta-feira (8) que as forças armadas americanas estão preparadas para retomar operações militares caso o Irã descumpra o alto‑o‑fogo estabelecido. “Sejamos claros: um alto‑o‑fogo é apenas uma pausa, e a força conjunta permanece pronta”, afirmou Caine.
Em coletiva de imprensa conjunta com o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, o general detalhou os resultados da ofensiva americana: mais de 13 mil alvos atingidos, sendo 4 mil dinâmicos, 80% dos sistemas de defesa aérea destruídos e 90% das fábricas de armas iranianas atacadas. Segundo ele, mais de 150 navios da marinha iraniana foram afundados, incluindo todos os principais navios de combate de superfície, enquanto a força aérea foi severamente comprometida.
Caine destacou que 10 mil missões de combate foram realizadas em território iraniano, incluindo 62 missões com bombardeiros pesados, e 18 dessas saíram diretamente dos Estados Unidos. “O exército americano está pronto para reiniciar as operações caso o alto‑o‑fogo seja violado”, reforçou.
Pentágono: “Vitória histórica” e controle sobre programa nuclear
O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que a operação lançada contra o Irã, conhecida como “Fúria Épica”, representa uma “vitória histórica e militar” para os EUA. Segundo Hegseth, o acordo resultante garante que Teerã deixará de ser uma ameaça e renunciará a seu programa nuclear, com todo material nuclear não permitido sendo retirado ou monitorado.
“O novo regime em Teerã se encontrou sem opções e sem tempo. Sob os termos do acordo, jamais possuirá arma nuclear”, declarou Hegseth. Ele ressaltou que as forças americanas permanecerão na região para fiscalizar o cumprimento do pacto e garantir a segurança do estreito de Ormuz. “Estamos prontos e vigilantes, preparados para retomar ofensiva a qualquer momento”, completou.
Segundo Hegseth, se o Irã tivesse rejeitado o ultimato americano, os próximos alvos incluiriam plantas de energia, pontes e infraestrutura petrolífera, cujos danos poderiam levar décadas para reconstrução. A operação americana, lançada em 28 de fevereiro em conjunto com Israel, teria atingido todos os objetivos previstos, destruindo praticamente a capacidade militar iraniana de construir mísseis, foguetes, lançadores ou drones.