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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (12) em sua rede Truth Social um gráfico mostrando o mapa da Venezuela com o fundo da bandeira americana e a legenda “51º State” (51º Estado). A publicação foi feita enquanto Trump se dirigia à China para uma cúpula de alto nível.
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O post ocorre após declarações do presidente à Fox News na segunda-feira (11), nas quais ele afirmou que considerava “seriamente” a possibilidade de incorporar a Venezuela como o 51º estado americano, argumentando que os venezuelanos “o amam” e que sua administração mantém controle efetivo sobre o país.
Reação de Delcy Rodríguez
A presidente encarregada da Venezuela, Delcy Rodríguez, negou qualquer possibilidade de anexação. “Jamais estaria previsto porque, se algo temos os venezuelanos e as venezuelanas, é que amamos nosso processo de independência”, afirmou Rodríguez em Haia, onde participava de audiências na Corte Internacional de Justiça pela disputa do território do Essequibo.
Rodríguez, que assumiu o poder em janeiro após a captura de Nicolás Maduro em uma operação militar americana, tem promovido um processo de reaproximação diplomática com Washington. Sob sua gestão, setores como mineração e petróleo foram reabertos à investimento estrangeiro, especialmente de empresas americanas.
“Nossa história é uma história de glória de homens e mulheres que deram sua vida para fazer de nós, não uma colônia, mas um país livre”, declarou a presidente interina.
O que diz Trump
Trump afirmou que seu governo trabalha para libertar todos os presos políticos na Venezuela e elogiou a gestão de Rodríguez:
“Delcy está fazendo um ótimo trabalho. O povo da Venezuela está eufórico com o que aconteceu. Não podem acreditar. Estão dançando nas ruas.”
O contexto da disputa do Essequibo
Rodríguez estava em Haia defendendo o reclamo venezuelano sobre o Essequibo, uma região de 160 mil km² rica em ouro, diamantes, madeira e petróleo, cuja soberania é disputada com a Guiana.
A presidente interina sustentou que a controvérsia deve ser resolvida por via política, não judicial, e acusou a Guiana de socavar os mecanismos de negociação estabelecidos no Acordo de Ginebra de 1966.
Críticas da oposição
A líder opositora María Corina Machado descartou qualquer possibilidade de anexação, insistindo na defesa da soberania nacional. Tanto o oficialismo quanto a oposição rejeitam a proposta de anexação, apesar da retórica reiterada de Trump.
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