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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta quinta-feira (30) que vai “punir o agressor hoje” e advertiu que países que auxiliarem os Estados Unidos no conflito receberão uma “resposta severa”, segundo a mídia estatal iraniana. A declaração ocorreu após uma “onda pesada” de ataques dos EUA contra alvos iranianos, realizada na noite de quarta-feira (29) em retaliação a disparos de mísseis contra forças americanas na região.
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O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que os ataques, que duraram cerca de duas horas, atingiram dezenas de alvos da Guarda Revolucionária no Irã, incluindo centros de comando militar, instalações de mísseis e drones, além de postos de vigilância e defesa costeira. A operação foi descrita como uma “resposta poderosa” às tentativas de ataque iranianas contra forças americanas no Oriente Médio.
Estreito de Ormuz paralisado e ameaça a aliados
A Guarda Revolucionária afirmou que mantém “controle total” do Estreito de Ormuz e que “um estranho que veio de milhares de quilômetros de distância não poderá interferir”. O tráfego de navios-tanque pelo estreito, por onde passa cerca de um quinto do consumo global de petróleo, está efetivamente paralisado.
As tensões se agravaram após o Irã rejeitar a proposta de Omã para dividir o controle do Estreito de Ormuz, exigindo supervisão total sobre a rota marítima.
Petróleo dispara e mercados entram em alerta
Diante da paralisação no canal e dos bombardeiros, os preços das commodities dispararam no mercado financeiro global:
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Petróleo Brent: fechou em forte alta de 7,9%, cotado a US$ 90,74 o barril.
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Petróleo WTI (EUA): avançou 6,6%, negociado a US$ 84,46.
O tom do conflito já havia sido elevado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que prometeu “bater com força” no Irã: “Eles vão apanhar”, declarou em entrevista à Fox News. Trump também pediu que o Congresso norte-americano inclua novas sanções e tarifas contra Teerã.
Conflito se espalha pelo Oriente Médio
As hostilidades se intensificaram em várias frentes da região:
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Ataques conjuntos: Forças dos EUA e da Arábia Saudita lançaram ofensivas contra milícias pró-Irã no Iraque que haviam alvejado instalações petrolíferas em Riad.
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Ações Houthi: Os rebeldes do Iêmen reivindicaram ataques à infraestrutura de oleodutos que abastecem o terminal de exportação no Mar Vermelho.
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Reunião de emergência: O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reuniu-se por 90 minutos com Donald Trump na Casa Branca para alinhar estratégias sobre a guerra.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um apelo urgente, advertindo que a escalada do conflito corre o risco iminente de arrastar todo o Oriente Médio para uma guerra generalizada.

















































































